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Eleições » Eduardo Campos diz ter projeto distinto de Aécio Neves Para o pré-candidato do PSB, caminhos dele e do representante tucano são diferentes, assim como as bases políticas e sociais de ambos

Maria Clara Prates -

Publicação: 05/05/2014 07:28 Atualização: 05/05/2014 10:36

Ex-governador de Pernambuco, rechaçou uma aliança com o seu concorrente tucano à presidência, senador Aécio NevesFoto: Roberto Ramos/DP/D.A Press (Roberto Ramos/DP/D.A Press)
Ex-governador de Pernambuco, rechaçou uma aliança com o seu concorrente tucano à presidência, senador Aécio NevesFoto: Roberto Ramos/DP/D.A Press

Em um encontro ontem com a juventude do Partido Pátria Livre (PPL), no Rio de Janeiro, o pré-candidato pelo PSB, Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, rechaçou uma aliança com o seu concorrente tucano à presidência, senador Aécio Neves, a partir de 2015. “A gente tem projetos que são distintos, e temos base política e social distinta. Isso não impede que tenhamos capacidade de ver o que nos une. Mas oferecemos caminhos diferentes”, afirmou Campos.

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A declaração foi uma reação do socialista a sugestão de Aécio Neves de formar com Campos e Marina Silva, a partir de 2015, “o mesmo projeto de construção desse novo país, apresentada durante evento no interior da Bahia, na última sexta-feira. Eduardo Campos também desconversou quando foi questionado se aceitaria o apoio do tucano em um possível segundo turno. “Eu acho que numa eleição de dois turnos, durante o primeiro turno a gente só fala do primeiro turno. Eu tenho certeza que vou estar no segundo turno e eu não sei a essa altura quem vai estar no segundo turno para disputar a eleição comigo. Você pode ter até um cenário em que eu e Aécio possamos estar no segundo turno”, disse.

 

O socialista também criticou algumas proposta de Aécio, como a revisão da maioridade penal e das leis trabalhistas. “Eu assumi o compromisso de não retirar nenhum direito do trabalhador, considero a idade penal cláusula pétrea da Constituição Federal. Quem disser que vai mudar, está desconhecendo da decisão da Suprema Corte do País”, afirmou.

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