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Dia do Trabalho » Ato político da CUT é marcado por vaias a petistas

Estado de Minas

Publicação: 02/05/2014 07:28 Atualização: 02/05/2014 09:14

Vários petistas foram vaiados durante a comemoração do Dia do Trabalho da Central Única do Trabalhadores (CUT), no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, nesta quinta-feira. Demonstrando impaciência com a presença dos políticos e o interesse em assistir os shows, o público fez com que os discursos fossem encurtados. O prefeito da capital paulista, Fernando Haddad foi alvo de vaias por boa parte da plateia. Ministros presentes no evento fizeram breves participantes, sempre interrompidas por protestos.

Ao ter seu nome anunciado, e mesmo sem estar presente no momento, o público vaiou fortemente Haddad. A presença do prefeito era aguardada, constava em sua agenda oficial, porém, ele não compareceu ao palco. O reportagem apurou, entretanto, que Haddad estava no local, mas preferiu não subir, diante do comportamento do público vaiando e atirando garrafas plásticas no palco.

 

Apesar da ausência de Haddad, o ex-ministro da saúde e provável candidato ao governo de São Paulo Alexandra Padilha esteve no evento e praticamente encerrou o ato político, ao lado do senador Eduardo Suplicy.

Por conta da impaciência do público, que claramente queria continuar assistindo aos shows musicais, os políticos decidiram falar pouco. Em sua breve saudação, Padilha desejou "bom dia, boa tarde e boa noite" e questionou a plateia "quem era contra o racismo: levanta a mão".

O ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, também esteve no palco representando a presidente Dilma Rousseff. Ao ser anunciado, Berzoini, no entanto, fez apenas uma rápida saudação e preferiu não discursar.

O ministro do Trabalho, Manoel dias, também fez apenas uma rápida saudação gritando "viva o trabalhador".

Presente no ato político, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, partido de base de apoio da presidente Dilma, foi um dos que mais falou. Rabelo aproveitou seu discurso para fazer críticas aos opositores. Segundo ele, a oposição acha que aumentar o salário mínimo "é uma ameaça". "Não podemos voltar atrás, a oposição é uma volta atrás, é perda de conquistas e perda de direitos", afirmou.

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