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Eleições » Dilma diz não se preocupar com o "volta, Lula"

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 29/04/2014 13:44 Atualização:

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Um dia depois que o PR fez um manifesto em favor do "volta, Lula", a presidente Dilma Rousseff falou sobre o movimento nesta terça-feira (29). Ela disse que nada romperá a sua aliança com o antecessor. Ela lembrou que, como ministra da Casa Civil, conviveu com Lula entre abril de 2005 e dezembro de 2010 "todos os dias". A presidente cumpre agenda administrativa na Bahia.

Há, no PT e em setores empresariais, a defesa de que o ex-presidente volte a disputar a eleição presidencial em lugar de Dilma. Um dos principais argumentos do movimento é que a volta de Lula poderia fazer a economia voltar a crescer. Ontem (28), surgiu a informação, da colunista Joyce Pascovitch, de que ele teria confessado a amigos que concorreria ao Palácio do Planalto. Lula já negou a possibilidade e garantiu que estará nas ruas fazendo campanha para a aliada.

Nesta terça-feira, o "volta, Lula" ganhou um novo ingrediente com a divulgação da pesquisa CNT/MDA, que registrou uma queda de 6,7% nas intenções de voto em Dilma no levantamento estimulado. O senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador Eduardo Campos (PSB), adversários da presidente, tiveram um crescimento, de 4,6% e 1,9%, respectivamente.

Petrobras
Na entrevista, a presidente Dilma voltou a comentar a crise da Petrobras. Ela afirmou ser injusto que a estatal tenha sua imagem manchada por conta de um erro de um funcionário. De acordo com a presidente, falhas como essa acontecem em quaisquer empresas, sejam elas estatais ou particulares. A Petrobras será alvo de uma CPI no Congresso, que pretende investigar a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, considerada um mau negócio para a empresa.

Ao falar sobre o erro de um funcionário, a presidente fez referância a Nestor Cerveró, diretor responsável pela apresentação do parecer favorável à compra da refinaria. Ele foi demitido de um cargo na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras para a qual tinha sido transferido.

Dilma já tinha defendido a Petrobras durante o lançamento do navio Dragão do Mar, do Estaleiro Atlântico Sul, no Complexo de Suape, no dia 14 deste mês. Foi a primeira vez que a presidente falou sobre o assunto publicamente.

Com agências

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