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Operação Lava-Jato » Padilha: "Repudio qualquer envolvimento do meu nome em mensagens trocadas por terceiros"

Ana Luiza Machado

Publicação: 25/04/2014 19:11 Atualização: 25/04/2014 19:19

 (Reprodução/Twitter)

Diante das suspeitas de envolvimento do seu nome na indicação de um executivo para trabalhar no laboratório ligado ao doleiro Alberto Yousseff, o ex-ministro da Saúde e pré-candidato ao governo de São Paulo Alexandre Padilha (PT) cancelou a agenda desta sexta-feira (25) e deu uma entrevista coletiva para falar sobre o assunto. Pelo twitter oficial do petista (@padilhando) ele nega a parceria com a Indústria Farmacêutica Labogen, a indicação de Marcus Cezar Ferreira de Moura e diz que as insinuações mostram que campanha dele “está incomodando”.

Veja alguns dos posts do ex-ministro:
"Cancelei minha agenda no interior de SP porque acredito que é importante fale sobre todas as notícias que estão nos jornais de hoje"

"Vou constituir advogado junto à PF ter acesso a toda documentação. Vou interpelar judicialmente qq pessoa q envolver meu nome"

"Mente quem diz que houve contrato do Ministério da Saúde com a Labogen"

"Mente quem diz que há envolvimento meu com o doleiro citado"

"Não tenho medo de cara feia, arrogância, injúria ou ilações. Se tivesse, não teríamos o #MaisMédicos"

"Foi também com essa conduta mentirosa que inventaram inverdades sobre meu diploma de infectologista"

"Procurem no Portal da Transparência se há qualquer contrato com Laborgen na minha gestão.Não há.Há em outras gestões, mas na minha não"

"A pré-candidatura que estamos construindo, o sucesso da Caravana #HorizontePaulista mostra q estamos incomodando"

"Eu repudio qualquer envolvimento do meu nome em mensagens trocadas por terceiros"

"Apoiei publicamente todas as medidas de apuração sobre o laboratório, o que foi reforçado após decisão do MS"

Nas investigações da Polícia Federal (PF), da Operação Lava-Jato, há mensagens do ex-deputado André Vargas (PT) passando o contato de Marcus Cezar de Moura (coordenador de eventos do Ministério da Saúde) para o doleiro Youssef e afirmando que a indicação paa o cargo no laboratório tinha sido de Padilha.

Segundo a PF, o laboratório era utilizado pelo doleiro Alberto Youssef, líder da organização criminosa que movimentou R$ 10 bilhões, para fazer remessas ilegais de dólares ao exterior. O relatório da PF também cita os deputados federais Cândido Vaccarezza e Vicente Cândido, ambos do PT paulista.

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