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Disputa » Indicados ao TCU são aprovados em comissão do Senado após serem sabatinados Os técnicos que disputam a vaga de ministro do tribunal são avaliados e referendados por senadores. Decisão, ainda sem data, será em votação secreta no plenário

Étore Medeiros

Publicação: 24/04/2014 07:22 Atualização: 24/04/2014 09:08

Sérgio Mendes (E), ao lado de Bruno Dantas, e Fernando Moutinho. Foto: José Cruz/Agência Senado (José Cruz/Agência Senado)
Sérgio Mendes (E), ao lado de Bruno Dantas, e Fernando Moutinho. Foto: José Cruz/Agência Senado

Os três servidores públicos indicados ao Tribunal de Contas da União (TCU) receberam resultados favoráveis na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, onde foram sabatinados ontem. Em clima de cordialidade, Bruno Dantas, Fernando Moutinho e Sérgio da Silva Mendes receberam elogios tanto da oposição quanto da base do governo, pelo perfil técnico. Bruno Dantas, nome apoiado pelos governistas, obteve o maior número de votos positivos na CAE e é o favorito na disputa.

A passagem pela CAE tem caráter meramente eliminatório. Assim, os três postulantes se classificaram para a votação secreta pelo plenário da Casa, fase final da seleção. Apesar de aprovado requerimento de urgência, o pleito definitivo ainda não tem data marcada. Aquele que receber o maior apoio dos senadores ocupará a vaga no TCU deixada pelo ex-ministro Valmir Campelo, que saiu do tribunal para ocupar a vice-presidência de governo do Banco do Brasil.

O consultor legislativo do Senado Bruno Dantas confirmou o favoritismo ao receber 20 dos 26 votos possíveis. Nome indicado pelo PMDB, ele tem apoio do PT, da Ordem dos Advogados do Brasil e mesmo de ministros do Supremo Tribunal Federal. Dificilmente, não será o escolhido pelo plenário da Casa.

Ainda assim, Dantas dedicou-se nos últimos dias a um trabalho de convencimento individual dos senadores, no qual especula-se que tenha abordado cerca de 70 parlamentares. A aposta da base do governo tem passagens pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), entre 2009 e 2011, e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de 2011 a 2013.

 

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