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Manifestação » Moradores fazem protesto em Noronha para evitar preços abusivos de combustível

Aline Moura - Diario de Pernambuco

Publicação: 12/04/2014 13:11 Atualização: 12/04/2014 19:39

Foto tirada em outubro de 2013, antes do aumento abusivo de combustível em Fernando de Noronha (Teresa Maia/DP/D.A.Press  )
Foto tirada em outubro de 2013, antes do aumento abusivo de combustível em Fernando de Noronha
Das 7h às 13h, os moradores, taxistas e turistas de Fernando de Noronha fizeram um protesto pacífico e deixaram de abastecer seus veículos por conta do preço abusivo do combustível, que havia subido na última terça-feira, de R$ 4,30 para R$ 4,79, segundo o conselheiro distrital Ailton Júnior. Cerca de 20 automóveis cercaram o local, impedindo que os mais desavisados fossem completar o tanque dos seus veículos, seja para passear ou até mesmo para cumprir suas rotinas diárias. A frota de táxis, que forma 60% do contingente da ilha, aderiu à manifestação.

O protesto conseguiu ter sucesso e o posto abaixou o preço do combustível para R$ 4,60 até a próxima terça-feira, quando haverá uma conversa entre os conselheiros da ilha, o dono do posto e o administrador de Fernando de Noronha, Reginaldo Valença, que está na interinidade.

O gerente do posto, identificado como Cleber Dias, disse que cerca de R$ 6 mil deixaram de circular nas bombas de gasolina hoje pela manhã, mas ele está tranquilo porque o posto é o único da ilha, ou seja, quem não abasteceu de manhã, pode colocar gasolina à tarde. A justificativa para tais reajustes é que a empresa vai precisar investir R$ 500 mil no local.    

De acordo com o conselheiro distrital Ailton Júnior, houve uma falha desde o processo de licitação, quando o antigo administrador da ilha, Romeu Baptista, permitiu que o novo dono do posto, a empresa Vila Bela, aumentasse o combustível em até 70% a mais do que nas bombas do Recife, por exemplo. Isso significa, entre outras palavras, que o preço poderia aumentar para até R$ 5,25. "É muito abusivo o que está acontecendo aqui", protestou Ailton.
 
Durante o protesto, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros ficaram de plantão, mas não houve confronto.

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