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Perda de mandato » Corte eleitoral mineira confirma cassação de prefeito e vice de Minas Cássio Magnani Júnior (PMDB), conhecido como Cassinho, e de sua vice, Maria de Fátima Monteiro de Aguiar foram condenados por abuso de poder político durante a eleição de 2012

Thiago Lemos - Portal Uai

Publicação: 11/04/2014 07:25 Atualização:

Na última terça, Cassinho foi recebido por correligionários no retorno ao cargo de prefeito em Nova Lima. Foto: Prefeitura de Nova Lima/Divulgação (Prefeitura de Nova Lima/Divulgação)
Na última terça, Cassinho foi recebido por correligionários no retorno ao cargo de prefeito em Nova Lima. Foto: Prefeitura de Nova Lima/Divulgação

Em sessão realizada na noite dessa quinta-feira, a Corte Eleitoral mineira manteve a cassação do prefeito de Nova Lima, Cássio Magnani Júnior (PMDB), conhecido como Cassinho, e de sua vice, Maria de Fátima Monteiro de Aguiar (PT). A corte julgou quatro embargos declaratórios opostos contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE), que no dia 20 de março determinou a perda dos mandatos dos parlamentares.

Mesmo com a decisão, Cassinho e Maria de Fátima continuarão nos cargos até a publicação dos acórdãos do julgamento desses embargos declaratórios julgados nesta quinta. Isso porque, eles estão amparados por uma liminar concedida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedida na última terça-feira (8).

Cassinho e sua vice foram cassados em setembro do ano passado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) por ter ficado comprovado, segundo o TRE, que os dois receberam ajuda política do ex-prefeito Carlos Roberto Rodrigues para se elegerem em 2012.

Os parlamentarem recorreram da decisão e se mantiveram nos cargos até o dia 20 de março, quando o TRE confirmou a cassação de Cassinho e de Maria de Fátima. Na ocasião, os administradores foram ainda declarados inelegíveis por oito anos. Na mesma data, o deputado federal Vítor Penido (DEM), que havia ficado em segundo lugar no pleito de 2012, assumiu a Prefeitura de Nova Lima.

Já na última terça-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o prefeito e a vice afastados retornassem à prefeitura até que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) julgue o recurso apresentado pela defesa do réu, o que aconteceu nessa quinta-feira.

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