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Denúncia » Ministério Público apura irregularidades na maior obra da Petrobras Complexo petroquímico de Comperj tinha projeto inicial orçado em US$ 6 bilhões, mas já está em US$ 30 bilhões

Sílvio Ribas - Estado de Minas

Publicação: 09/04/2014 08:30 Atualização:

Canteiro de obras do Comperj, no Rio: denúncia encaminhada também ao TCU fala em
Canteiro de obras do Comperj, no Rio: denúncia encaminhada também ao TCU fala em "zona de terror". Foto: Rosa/Divulgação

Do canteiro da maior obra da Petrobras, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, poderá emergir mais uma denúncia a ser investigada pela comissão parlamentar de inquérito (CPI) pretendida pela oposição e focada em negócios suspeitos da estatal.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) iniciou neste mês investigações para apurar irregularidades cometidas contra direitos de funcionários de empresas que prestam serviços na construção do Comperj, um megaprojeto anunciado em 2004 sob o orçamento de US$ 6 bilhões e com entrega prevista inicialmente para 2011. A estimativa mais otimista hoje é de que o polo só fique pronto em 2016, consumindo US$ 30 bilhões.

A suspeita levantada pelas entidades que representam os trabalhadores é de que os sucessivos atrasos na montagem do Comperj, causados por paralisações motivadas por protestos delas próprias e por problemas técnicos, tenham conexões com o esquema que levou à prisão Paulo Roberto da Costa, ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras. A assessoria do MPT-RJ, com sede em Niterói, informou que o procurador Patrick Maia Merísio é o encarregado de apurar as queixas.

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