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Eleições » Nove governadores devem renunciar hoje

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 03/04/2014 12:36 Atualização: 03/04/2014 13:45

Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press
Foto: Julio Jacobina/DP/D.A Press

Com a proximidade do fim do prazo para que os governadores deixem o cargo para que participem das eleições, um terço dos estados devem ter mudanças no comando do Executivo estadual a partir desta sexta-feira (4). Assim como acontece em Pernambuco, com a saída de Eduardo Campos (PSB), outros seis governadores devem renunciar.

O também socialista Wilson Martins deixará o governo do Piauí. A troca de governo também acontece no Amazonas, onde  OmazAziz (PSD) deixará o cargo. Dois governadores do PMDB também farão o mesmo. No Rio de Janeiro, Sérgio Cabral vai em busca do senado e abre espaço para o seu atual vice Luis Fernando pezão (PMDB), no Mato Grosso do Sul, André Puccinelli também
renuncia ao mandato.

Roraima e Minas Gerais também fazem parte da lista com José de Anchieta Júnior e Antônio Anastasia respectivamente. O segundo vai trabalhar na elaboração do plano de governo do pré-candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves.

Porém , outros dois, que deixaram a decisão para a última hora, devem elevar o número a nove. Cid Gomes (PROS) vai divulgar sua decisão de deixar ou não o governo do Ceará na inauguração de uma policlínica na tarde desta quinta-feira (3). Existe a possibilidade de que ele concorra ao Senado ou siga no governo para facilitar a tarefa de eleger seu sucessor. A governadora
do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), deve anunciar sua renúncia para concorrer a uma vaga no Senado, atendendo a um pedido do seu pai José Sarney (PMDB).   

Alagoas, Mato Grosso e Bahia devem seguir com os mesmos governadores, mesmo que eles não possam tentar a reeleição. O governador da Bahia Jaques Waganer (PT) é cotado para assumir o comando de algum ministério em caso de reeleição de Dilma.Teotonio Vilela (PSDB-AL) e Silval Barbosa (PMDB-MT) ainda não definiram o que farão após cumprir seus mandatos.

Nos 15 estados em que os governadores podem se reeleger, é quase certa a permanência de todos, pelo menos até dezembro. No Rio Grande do Norte, a governadora Rosalba Ciarline (DEM) não deve contar com o apoio do próprio partido. O DEM tem medo de não conseguir a reeleição com ela, que é a governadora mais mal avaliada do país, com apenas 7% de aprovação. O apoio a outra legenda é quase certo. Já no Tocantins, Siqueira Campos (PSDB) deve abrir mão da reeleição para dar lugar ao filho Eduardo.

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