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Assembleia » Paulo Câmara diz que estado vai dobrar o PIB nos próximos cinco anos Secretário da Fazenda afirmou que o estado tem R$ 2,3 bilhões para investir neste ano

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 02/04/2014 15:52 Atualização: 02/04/2014 15:57

Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press
Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press
Pré-candidato ao governo do estado, o secretário da Fazenda, Paulo Câmara (PSB), apresentou a prestação de contas do governo à Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (2). Ele destacou que a gestão contará com R$ 2,3 bilhões para investir neste ano e que a perspectivas para os próximos anos são muito boas. "Pernambucano terá um crescimento de receita. A tendência é que nós tenhamos o dobro do PIB em cinco anos e o nosso ICMS será o mesmo da Bahia em dez anos", afirmou. O crescimento do PIB do estado em 2013 foi de 3,5%, 1,5 ponto percentual acima da média nacional.

Sem a presença de deputados estaduais da oposição, Paulo Câmara estava muito à vontade no balanço feito à Comissão de Finanças da Assembleia. Falou sobre o cumprimento das metas de investimento na saúde e na educação e na capacidade de endividamento do estado. "Eu vim preparado para debatetr com a comissão como faço de quatro em quatro meses. A ausência deles não tenho como questionar", comentou. O deputado Isaltino Nascimento, que deixou o PT para PSB, afirmou que a ausência "demonstra a excelência do trabalho do secretário"  

Paulo Câmara também disse estar muito tranquilo em relação às críticas do adversário, senador Armando Monteiro (PTB), e do PT, de que o governo tem se "apropriado" das obras federais no estado. "Primeiro, nós temos projetos e a União precisa passar recursos para os estados, porque não tem condições de fazer as obras diretamente", disse. Segundo ele, esse não é um tema que gere preocupação, apesar das tentativas de descredenciar as ações do governo estadual com o volume de investimentos dos governos Lula e Dilma.

Depois da prestação de contas, o secretário falou sobre o discurso que pretende adotar ao longo da campanha. Ao ser questionado se ele se preocupava que seu discurso ficasse restrito às ações da Fazenda, ele disse que não. "Conheço o estado, participo de todas as decisões estratégicas do estado, conheço o funcionamento de todas as áreas, com seus avanços e problemas. Dessa forma, vou ampliar muito meu discurso", encerrou.

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