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Período da ditadura » Dilma se emociona durante assinatura de contrato de concessão do Galeão "Aqui é um lugar onde além dos voos, as almas cantam", explicou a presidente durante a solenidade

Grasielle Castro

Publicação: 02/04/2014 11:24 Atualização:

Na cerimônia de assinatura do contrato de concessão do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, a presidente Dilma Rousseff se emocionou ao comentar a importância do local, em relação ao período da ditadura. Em uma menção ao músico Antônio Carlos Jobim, que dá nome ao aeroporto, a presidente disse que a música "Samba do Avião" mostra o significado do país para aqueles que voltavam ao Brasil após a anistia, alguns após 20 anos de exílio. "É uma homenagem aos exilados. Minha alma canta, veja o Rio, estou morrendo de saudade", recitou trecho da música com a voz embargada.

"Os exilados não voltam para o Brasil, eles pousam. A música é uma síntese perfeita do que é saudade do Brasil, da lembrança do Brasil e, melhor de tudo, voltar ao Brasil, chegando ao Galeão", acrescentou. Segundo ela, essa lembrança é importante nesta semana, em que o golpe completa 50 anos. "Desculpe a emoção, mas de fato tenho certeza que em homenagem aos exilados, as almas cantaram. Aqui é um lugar onde além dos voos, as almas cantam", completou.

De acordo com a presidente, o contrato do Galeão marca o esforço do país em prover infraestrutura. O consórcio Aeroportos do Futuro, formado pelas empresas Odebrecht e Changi, vai administrar o Galeão por 25 anos. O consórcio venceu o leilão no fim do ano passado, com um lance de R$ 19 bilhões.

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