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Mensalão » Advogado de Pedro Corrêa vai ao TJPE em busca de respostas

Filipe Barros - Diario de Pernambuco

Publicação: 21/03/2014 12:36 Atualização: 21/03/2014 15:09

Foto: José Varella/CB/D.A Press/Arquivo
Foto: José Varella/CB/D.A Press/Arquivo

Preso desde dezembro do ano passado, por envolvimento no escândalo do mensalão, o ex-deputado federal Pedro Corrêa segue em busca da autorização para estudar e trabalhar externamente, enquanto cumpre a pena de sete anos e dois meses de detenção, em regime fechado, no Centro de Ressocialização do Agreste, em Canhotinho.


Na busca pelo benefício, o seu advogado Plínio Nunes promete ir nesta sexta-feira (21) à tarde ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e corre o risco de sair de lá sem resposta. Na última quarta-feira, o advogado afirmou que caso não obtivesse uma resposta até hoje iria recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo o defensor de Pedro Corrêa, depois que for ao TJPE, dependendo da resposta, ele irá analisar o que será feito, se recorrerá ao STF e CNJ ou se vai esperar por mais um prazo. "Iremos analisar as possibilidades a partir do que nos será dito nesta tarde".


Entenda o caso

Plínio Nunes denúnciou que a 1ª Vara das Execuções Penais do Recife, responsável pelo caso de Pedro Corrêa, vem sendo alvo de várias reclamações por parte dos advogados que têm processo tramitando na unidade e sentiriam dificuldades para ter acesso a algumas informações sobre o trâmite do processo. Ele lembrou que o processo do ex-deputado deveria ser prioridade, baseado no estatuto do idoso, já que ele tem mais de 60 anos.

O juiz responsável pela 1ª Vara das Execuções Penais do Recife, Luiz Rocha, explicou que depois da implantação do Projeto Eficiência do CNJ na 1ª Vara, todos os casos são analisados por ordem de antiguidade. "Não temos celebridades aqui, o processo do reeducando Pedro Corrêa já está com o Ministério Público e estou aguardando o retorno. As prioridades do caso também são consideradas, mas temos aqui uma infinidade de idosos", completou o magistrado.

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