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IBGE » Pernambuco fica em terceiro no ranking da Saúde IBGE avaliou os estados e quanto eles investiram, proprocionalmente, ao valor arrecadado no ano passado

Mirella Marques

Publicação: 13/03/2014 14:09 Atualização: 13/03/2014 15:17

O governo de Pernambuco construiu três novos hospitais na gestão Eduardo Campos (PSB). Um deles foi o Dom Helder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho. Jullio Jacobina/DP/D.A Press (Julio Jacobina/DP/D.A Press)
O governo de Pernambuco construiu três novos hospitais na gestão Eduardo Campos (PSB). Um deles foi o Dom Helder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho. Jullio Jacobina/DP/D.A Press

Pernambuco aparece em terceiro lugar no ranking dos estados que mais investiram em Saúde no ano passado. É o que aponta um levantamento divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No estudo, foi avaliada a proporção em relação ao orçamento total dos estados em 2013. Levando em consideração essa escala, destacam-se Tocantins (16,9%), Minas Gerais (16,3%) e Pernambuco (16,2%). Já os estados que menos investiram em saúde, em relação ao total arrecadado no ano passado, foram Rio de Janeiro (7,2%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e Paraná (9%), respectivamente.

A notícia deve agradar em cheio o governador e pré-candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB). A saúde sempre foi uma bandeira levantada por ele, desde a sua primeira gestão, em 2007. Durante a campanha eleitoral, em 2006, uma de suas promessas era construir três hospitais no estado. O que acabou cumprindo. E, além das construções, ele expandiu a rede de atendimento com a inauguração de 15 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), com recursos vindos também do governo federal, nesses oito anos de governo. 

Mas a situação da saúde no país continua crítica. Dos 27 estados avaliados, 13 destinaram menos de 2% do orçamento total da saúde para a atenção básica (o atendimento inicial aos cidadãos). Ficaram no final da lista os estados: Maranhão (0,3%), Roraima (0,3%) e Acre (0,3%). Já Minas Gerais (11,8%) e Rio Grande do Sul (12,9%) foram os únicos a destinar mais de 10% dos seus orçamentos de saúde à atenção básica.

Em 2013, 17 estados fizeram contratação de serviços de saúde por meio de organização social: Amazonas, Roraima, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, Goiás e DF. Na avaliação sobre o perfil dos secretários de Saúde, percebeu-se que, em 26 estados (a exceção foi o Maranhão), eles tinham ensino superior completo, 18 deles na área médica. Em 22 estados, os secretários eram do sexo masculino.

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