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Câmara » PMDB decide votar contra Marco Civil da Internet e a favor de comissão externa

Agência Brasil

Publicação: 11/03/2014 20:22 Atualização:

A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados decidiu hoje (11) votar a favor da proposta de criação de uma comissão externa para viajar até a Holanda a fim de acompanhar investigação que cita a Petrobras. Na reuniãok, os peemedebistas também resolveram votar contra a aprovação do projeto de lei que cria o marco regulatório da internet e aprovaram moção de apoio ao líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ) As votação do Marco Civil da Internet e a criação da comissão externa constam da pauta do plenário da sessão desta terça-feira.

Segundo Cunha, amanhã (12), os parlamentares do PMDB vão votar favoravelmente à aprovação do requerimento de convite para que a presidenta da Petrobras, Graça Foster, compareça à Câmara para depoimento. Cunha informou que, também amanhã, os peemedebistas votarão pela convocação do ministro da Saúde, Arthur Chioro, para comparecer à Câmara.

Na reunião, da qual participaram mais de 60 deputados dos 76 da bancada, foi aprovada nota oficial reiterando que o “único interlocutor da bancada é o líder Eduardo Cunha”, propondo a convocação da Executiva Nacional para debater a atual crise, “com vistas a reavaliar a qualidade da aliança com o PT e a adotar providências visando ao fortalecimento do PMDB”. A nota reafirma a decisão anterior da bancada de não indicar nomes para os ministérios e a intenção da bancada de se conduzir com independência nas votações, de acordo com a maioria em cada votação.

No inicio da reunião, os deputados aprovaram moção de apoio ao líder Eduardo Cunha, que tem sofrido “ataques e agressões que extrapolam o patamar da civilidade em quaisquer das relações”. Os ataques ao líder, diz o texto, são “ataques ao PMDB. A bancada manifesta solidariedade ao deputado Eduardo Cunha e reafirma a confiança nele depositada” quando de sua recondução à liderança.

Eduardo Cunha disse aos jornalistas que não cabe à bancada decidir sobre a aliança política com o PT, mas admitiu que “há uma crise política” e que, para solucioná-la, é preciso ter gestos e ações. Segundo ele, na reunião, a bancada externou sua insatisfação com o governo e com a aliança. “O que está em discussão é a qualidade da aliança”, afirmou.

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