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Candidatura do PT nos estados » Bancada do PMDB da Câmara se mostra reticente com acordo de Dilma Para conter a tensão, Dilma prometeu o apoio do PT aos peemedebistas em seis estados

Amanda Almeida

Grasielle Castro

Publicação: 11/03/2014 08:43 Atualização:

A bancada do PMDB na Câmara se articula para mostrar hoje à presidente Dilma Rousseff que a proposta de o PT abrir mão de candidatura própria em seis estados, feita pela petista ontem à cúpula da legenda em favor do partido aliado, não convenceu. Em reunião da bancada, os parlamentares pretendem aprovar uma moção de apoio ao líder da sigla na Casa, Eduardo Cunha (RJ), que se tornou porta-voz da crise com o Palácio do Planalto. Para os deputados, o “sacrifício” do PT ainda não resolve dois problemas do PMDB: a composição eleitoral no Rio de Janeiro e no Ceará e a suposta falta de espaço do partido na Esplanada.

A segunda-feira, habitualmente tranquila na Praça dos Três Poderes, se mostrou agitada. Depois de se reunir com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) no domingo, Dilma voltou a conversar com peemedebistas ontem. Além de Temer, ela recebeu o presidente em exercício do partido e senador Valdir Raupp (RO); o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL); o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (AM); o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE); e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Embora Raupp negue uma exclusão proposital, mais uma vez, Eduardo Cunha foi isolado das tratativas.

Segundo Raupp, Dilma propôs uma nova conversa entre o PMDB e o presidente nacional do PT, Rui Falcão, na quinta-feira, com a promessa de acordo sobre apoio a candidaturas peemedebistas em seis estados: Alagoas, Goiás, Maranhão, Rondônia, Paraíba e Tocantins. “Há a possibilidade de chegarmos a 11 ou 12 estados com alianças entre PT e PMDB. Em muitos estados, pelo tamanho dos dois partidos, não vai ter como caminharmos juntos. Mas vamos estabelecer procedimentos, em casos como o Rio e o Ceará, para que não venham a ter enfrentamentos que comprometam a aliança nacional”, disse Raupp.

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