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Entrega de equipamentos » Presidente do PSDB mineiro critica agenda eleitoral de Dilma em Minas A presidente veio entregar caminhões e equipamentos aos prefeitos de 209 municípios

Estado de Minas

Publicação: 27/02/2014 07:20 Atualização:

Pestana: Dilma deixa a Presidência de lado e age como candidata foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A PRESS  (Rodrigo Clemente/EM/D.A PRESS )
Pestana: Dilma deixa a Presidência de lado e age como candidata foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A PRESS

O presidente do PSDB mineiro, deputado federal Marcus Pestana, criticou a visita da presidente Dilma Rousseff (PT) a Minas, a terceira do ano. A presidente veio entregar caminhões e equipamentos aos prefeitos de 209 municípios mineiros. Porém, na análise do tucano o ato da presidente teve cunho eleitoral. “Na prática, a presidente eleita para governar abandonou o posto, para que a candidata Dilma Rousseff, usando a máquina pública, possa cumprir o seu calendário de viagens eleitorais. Na última semana, ela passou apenas um dia em Brasília”, atacou Pestana em nota.

Para o deputado tucano, a presidente Dilma confunde agenda de presidente com a de candidata. “São enormes os desafios que precisam ser enfrentados pela presidente da República. Mas ela parece não pensar assim. Ao que tudo indica, ela acredita que entregar pessoalmente caminhões no interior do país é agenda própria da Presidência da República e prioritária para o país”, acusa.

O tucano avalia que o país vive um momento difícil, principalmente, no campo econômico. “Baixo crescimento, inflação alta e risco de rebaixamento por parte das agências internacionais”, lista Pestana. A nota também cita problemas sociais: “A violência endêmica; a saúde precária e insuficiente; a mobilidade urbana sem a solução prometida e cobrada insistentemente pelos protestos de rua”.

Por fim, o tucano lembra as promessas feitas por Dilma para Minas que não foram cumpridas. Ele destaca que o metrô de Belo Horizonte não foi ampliado e que a BR 381 não foi duplicada, além da revisão dos royalties do minério não terem entrado em vigor. “O governo do PT teve tempo e dinheiro e não ajudou Minas porque não quis”, acredita Pestana.

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