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Entrega de cargos » Ex-secretário de Meio Ambiente de Paulista anuncia desfiliação do PT

Publicação: 25/02/2014 15:28 Atualização: 25/02/2014 15:36

Dábio Barros critica falta de diálogo dentro do PT e perseguição (Francisco Marques/Divulgação)
Dábio Barros critica falta de diálogo dentro do PT e perseguição
A cobrança da direção nacional para que os petistas deixem de imediato as gestões socialistas provocou as primeiras baixas. Um dia depois de comunicar o seu desligamento do governo municipal, o vereador Fábio Barros anunciou, hoje, em pronunciamento na Câmara de Paulista, na Região Metropolitana, sua desfiliação do PT. Ele ocupava a pasta do Meio Ambiente na prefeitura e deixa o cargo condenando o que chamou de falta de diálogo da sigla petista.

Barros disse ter sofrido perseguição política feita por membros da legenda e pelo não cumprimento do estatuto da sigla, que, segundo ele, sofreu interferências diretas da Direção Nacional nos últimos meses. O agora ex-secretário de Meio Ambiente, que também acumulou a pasta de Desenvolvimento Urbano na gestão do prefeito Junior Matuto (PSB), aproveitou a sessão ordinária da Câmara de Vereadores para comunicar, também, a desfiliação de 113 outros membros da sigla.

Em seu pronunciamento de retorno à Casa de Torres Galvão, Fábio Barros aproveitou para fazer um balanço dos projetos coordenados ao longo de um ano à frente da Secretaria de Meio Ambiente. Destaque para as ações de contenção de avanço do mar nas praias do Janga e Pau Amarelo; na produção e apoio à pesca artesanal; gestão de resíduos sólidos e criação de áreas protegidas, como a primeira Floresta Urbana do município. Na oportunidade, ele também deu uma resposta ao partido pela resolução imposta do âmbito nacional para a esfera local sobre a entrega dos cargos nas gestões do PSB no Estado.

Na visão de Fábio Barros, o trabalho desenvolvido pelo PT em Paulista obteve resultados positivos, o que deveria provocar uma reflexão na cúpula do partido em Pernambuco. Desde o ano passado, a sigla vinha, mesmo de forma não oficial, obrigando o vereador licenciado a deixar os cargos na gestão do prefeito Junior Matuto (PSB), sob pena de aplicar sanções administrativas. “Medida semelhante não foi imposta aos petistas que ocupam postos no governo estadual do Amapá”, exemplificou.

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