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Improbidade administrativa » Investigação contra Ideli Salvatti, sobre uso de helicóptero, é arquivada Comissão de Ética Pública da Presidência não vê problema no caso em que a ministra utilizou aeronave da PRF conveniado com o Samu em Santa Catarina

Amanda Almeida

Publicação: 25/02/2014 08:49 Atualização: 25/02/2014 09:32

A petista é processada pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press (Paulo Paiva/DP/D.A Press)
A petista é processada pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República arquivou a investigação sobre o uso de helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para participar de eventos sem vínculo com a pasta em Santa Catarina, sua base eleitoral. A aeronave é conveniada com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no estado. Em relação ao mesmo caso, a petista é processada pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa.

Em janeiro, o relator do caso na comissão, Horácio Pires, havia pedido advertência à ministra. Ontem, porém, recuou, sob alegação de que surgiram mais elementos durante as investigações. “A novidade reside na informação de que o convênio entre a PRF e o Samu, para utilização da aeronave em questão, esteve suspenso entre agosto e dezembro de 2012 e que, a partir de janeiro de 2013, restabelecido o convênio, as equipes do Samu passaram a usar a aeronave para o transporte inter-hospitalar”, registra em novo relatório.

A nova alegação de Pires foi baseada no voto do conselheiro Mauro Menezes, que, em janeiro, havia pedido vista ao processo. Ele cita ofícios da PRF, do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e da própria ministra. “Percebe-se que, nos termos do convênio firmado (entre PRF e Samu), compete à Polícia Rodoviária Federal estipular a ordem de prioridades da utilização das aeronaves, observando-se inclusive a missão institucional de realizar o acompanhamento de autoridades”, afirma Menezes.

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