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Desertores » Mais três médicos cubanos deixam de trabalhar sem dar explicações Governo desconhece o paradeiro de três profissionais da ilha caribenha. Até agora, 89 médicos abandonaram o programa

Correio Braziliense

Publicação: 12/02/2014 09:06 Atualização:

Herrera (E), escalado para trabalhar em Belém de São Francisco, deixou o cargo há um mês e está desaparecido foto: Reprodução/Internet	

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Herrera (E), escalado para trabalhar em Belém de São Francisco, deixou o cargo há um mês e está desaparecido foto: Reprodução/Internet

Ao menos mais três médicos cubanos podem engrossar a lista de fugitivos do regime castrista. Além de Ramona Matos Rodrigues e de Ortelio Jaime Guerra, que abandonaram o Programa Mais Médicos, o governo federal admite não ter informações sobre o paradeiro dos três profissionais, que já são tratados como possíveis desertores. Os cubanos não aparecem em seus postos de trabalho há mais de uma semana. Um deles é Luis Enrique Marzo Herrera, que deixou o cargo no município de Belém de São Francisco (PE), a 482km do Recife, há cerca de um mês. A informação foi confirmada, ontem, pelo prefeito da cidade, Gustavo Caribé (PSB). Na cidade, a informação é que Herrera teria viajado para os Estados Unidos.

Além deles, há mais 22 médicos de Cuba que deixaram o programa brasileiro, mas voltaram para o país de origem. E 85 profissionais, sendo 80 brasileiros e 5 estrangeiros que entraram no projeto por meio de inscrições individuais, também não estão mais trabalhando e não comunicaram oficialmente a saída ao Ministério da Saúde.

A lista completa dos faltosos será publicada na edição de hoje do Diário Oficial. Os médicos terão 48 horas para apresentar justificativas, antes de o Ministério da Saúde decidir se eles serão desligados ou de permanecerão no Mais Médicos. “Nós estamos providenciando a notificação de 89 médicos que fizeram parte do programa e, de alguma maneira, abandonaram ou desistiram do Mais Médicos. E nós precisamos formalizar o desligamento (deles). Isso é importante para que haja uma imediata substituição dos médicos”, disse o ministro Arthur Chioro.

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