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Frente Popular » "O PSDB vai colocar seus nomes na mesa", diz Bruno Araújo

Suetoni Souto Maior

Publicação: 06/02/2014 11:53 Atualização: 06/02/2014 16:13

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
O PSDB quer ser “sócio” majoritário do PSB na disputa eleitoral, em Pernambuco, neste ano. Um dia depois de o novo líder da sigla tucana na Câmara dos Deputados, Antonio Imbassahy (BA), dizer em entrevista ao Diario que o partido quer indicar o nome para o Senado na chapa apoiada pelo governador Eduardo Campos (PSB), o deputado federal Bruno Araújo revelou que o nome dele e o de Sérgio Guerra, também deputado federal, estão na mesa para discussão. Os dois também foram citados por Imbassahy como prioridades.

“Esse debate, no entanto, será feito através das instâncias nacionais dos dois partidos (PSDB e PSB)”, enfatizou Bruno Araújo, citado por Imbassahy como “um deputado que por sua trajetória, está pronto para voos mais altos”. O deputado pernambucano, apesar disso, diz que a precedência em caso de acordo com o PSB seria de Sérgio Guerra. “Além de muito capacitado, ele já foi senador”, acrescentou. A discussão sobre os nomes será feita entre os presidentes nacionais do PSB e do PSDB, respectivamente Eduardo Campos e o senador mineiro Aécio Neves.

Bruno lembra que a indicação faz parte do plano estratégico do PSDB, que trabalha para lançar candidatos a governador na maioria dos estados brasileiros. Onde não houver condições, o partido tentará a indicação de filiados para compor a chapa majoritária encabeçada por siglas aliadas. Em Pernambuco, por exemplo, o partido abriu mão de disputar a eleição para apoiar o candidato da Frente Popular, ainda não anunciado pelo PSB de Eduardo.

A indicação do PSDB surgiu no mesmo momento em que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) decidiu não disputar a reeleição, apesar do sinal verde dado pelo governador Eduardo Campos. A sigla peemedebista defendeu que o deputado federal Raul Henry seja o nome a integrar a majoritária. A maior tendência é que ele seja abrigado na condição de vice do nome que será indicado por Eduardo para encabeçar a majoritária.

Os nomes socialistas mais cotados para a disputa do governo são os dos secretários estaduais Tadeu Alencar (Casa Civil) e Paulo Câmara (Fazenda), além do vice-governador, João Lyra Neto, do ex-ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, e do ex-deputado federal Maurício Rands. Este último se credenciou pelo trabalho realizado quando ocupou a Secretaria de Governo, no segundo mandato de Eduardo. Ele também trocou o PT pelo PSB.

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