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Promessa » Aécio Neves promete reduzir ministérios pela metade Para o senador Aécio Neves, número de pastas atual é vergonhoso. Ele criticou a terceira reforma feita por Dilma durante evento no Paraná

Estado de Minas

Publicação: 04/02/2014 07:19 Atualização:

Para o senador, a reforma ministerial da presidente
Para o senador, a reforma ministerial da presidente "anda para trás" foto: Wenderson Araújo/ObritoNews

A terceira reforma ministerial promovida pela presidente Dilma Rousseff foi duramente criticada nessa segunda-feira pelo presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), durante feira do agronegócio em Cascavel (PR). Em entrevista à imprensa, o tucano disse que, caso eleito, vai reduzir pela metade o número de ministérios; hoje são 38 os ministérios. “É um número acintoso e vergonhoso.” Segundo ele, o Brasil só perde para o Sri Lanka. “E se novos partidos surgirem, com cinco ou 10 minutos de televisão, vamos perder também para Sri Lanka.”

O senador mineiro afirmou que a palavra “reforma” pressupõe uma mudança para melhor, mas que isso não ocorreu no anúncio dos novos ministros quatro tomaram posse ontem. Aécio não citou nomes, entretanto. “É uma reforma que anda para trás, é uma reforma que atende interesses do partido, o PT e, provavelmente nos próximos dias, a dos aliados”, declarou.

Segundo o líder tucano, a agenda do governo é focada na reeleição, e, com a reforma, “os feudos do PT são garantidos” nos maiores orçamentos, como os ministérios da Saúde e da Educação. “Infelizmente a lógica que rege as ações do governo não é de interesse nacional, é de interesse eleitoral”, afirmou o tucano.

O senador aproveitou a ocasião para atacar a gestão da petista no comando do país. Segundo ele, as principais conquistas do Brasil até agora, como a estabilidade, a credibilidade e os pilares macroeconômicos que garantiram investimentos no Brasil, se fragilizaram. “O governo da presidente da República falhou na condução da economia, falhou na condução e na gestão do país, especialmente no que diz respeito à infraestrutura, já que demonizou durante mais de 10 anos as privatizações e as concessões e as faz agora de forma atabalhoada, e não permitiu que nossos indicadores sociais, em especial na saúde, na educação e também na segurança pública melhorassem, ao contrário, pioraram e pioraram muito”.

A recente viagem a Portugal da presidente Dilma também foi alvo de críticas. Para Aécio,o episódio de Lisboa serve como uma amostra da falta de transparência do governo federal. “O que faltou ali é o que tem faltado em várias áreas do governo, mas dessa vez a situação foi retratada de forma caricata: é transparência. A ausência (de transparência) causou mais danos do que a verdade causaria”, disse o tucano. Sem dar detalhes, o presidente do PSDB afirmou que o partido apresentará ao Brasil “uma nova e ousada agenda onde eficiência e ética possam caminhar juntas”.

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