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Silvio Costa Filho vai ser julgado segunda por suspeita de uso de documentos falsos Justiça dirá se ele é responsável por suposto uso de documentos falsos quando era vereador

Publicação: 31/01/2014 07:21 Atualização:

Defesa de Silvio Filho alega que em 2006 houve erro na prestação de contas ao TCE foto: Nando chiappetta/DP/D.A PRESS (Nando chiappetta/DP/D.A PRESS)
Defesa de Silvio Filho alega que em 2006 houve erro na prestação de contas ao TCE foto: Nando chiappetta/DP/D.A PRESS

O pleno do Tribunal de Justiça vai julgar, na segunda-feira, às 17h, se o deputado estadual Silvio Costa Filho (PTB) é responsável ou não por suposto uso de documentos falsos e crime de peculato quando era vereador do Recife. Silvio Filho e mais 25 vereadores, incluindo Daniel Coelho (PSDB), também hoje deputado, foram denunciados pelo Ministério Público do Estado, mas respondem às acusações de forma separada. Silvio Filho já apresentou agravo de instrumento e devolveu cerca de R$ 35 mil aos cofres públicos. Sua defesa alegou que na época, em 2006, houve erro na prestação de contas no Tribunal de Contas do Estado (TCE), mas que tudo foi sanado.

A defesa do deputado estadual acredita que “o direito dele é bom” e espera convencer o relator do caso, o desembargador Alexandre Guedes Alcoforado Assunção. Mas os três advogados que estão à frente do processo não falaram sobre o assunto oficialmente, e o deputado Silvio Filho não foi localizado. Ele tem se mantido discreto nessa questão, evitando politizar o assunto. Da última vez que o debate veio à tona, em 2012, atingiu o deputado Daniel Coelho em plena campanha eleitoral, quando ele disputava a Prefeitura do Recife. O tucano alegou, na época, se tratar de interferência política do governo do estado junto ao Ministério Público, que moveu a ação penal. “É importante que isso seja julgado. Há dez anos que isso vem sendo utilizado em todas as campanhas”, afirmou Daniel, já este ano.

O julgamento de Silvinho, como é conhecido no meio político, foi incluído na pauta no último dia 27 para esta segunda-feira. Ele, que é um dos principais articuladores da campanha de Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo do estado, tem dito a amigos que espera ver o assunto definido. Se for condenado, contudo, a pena prevista é de dois a 12 anos de reclusão e multa.

Como Silvio Filho e Daniel, outros deputados estaduais que eram vereadores na época respondem pelos supostos crimes, como Eriberto Medeiros (PTC) e Francismar Pontes (PSB). No ano em que o suposto escândalo estourou, apenas dois vereadores, dos 37, Josenildo Sinésio (então PT, hoje no PTB) e André Ferreira (PMDB), tiveram as contas aprovadas pelo TCE sem ressalvas.

Saiba mais

R$ 35 mil é o valor que Silvio Costa Filho devolveu aos cofres públicos

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Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: wilson Rodrigues da Luz Luz
O desembargador Alexandre Guedes Assunção, que é um homem integro, tem que julgar o processo, sem paixão e com dignidade, para não se comprometer. | Denuncie |

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