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movimento » Governador diz que "rolezinhos" não podem ser vistos com preconceitos

Cláudia Eloi - Diario de Pernambuco

Publicação: 17/01/2014 18:28 Atualização: 17/01/2014 19:37

O governador Eduardo Campos (PSB) afirmou nesta sexta-feira (17) durante o III Congresso Nacional da Juventude Camponesa, que acontece até domingo no Recife, que não há como fazer uma nação se não ouvir também os jovens da periferia. Na saída do evento, o socialista falou sobre os “rolezinhos” nos shoppings, ação comandada por jovens habitantes de periferias de centros urbanos. Segundo o socialista, não se pode olhar com preconceito o movimento e que é preciso compreender o fenômeno para tratar de maneira correta, sem preconceito. 

O governador defendeu que não pode ter repressão policial nesse caso, já que se trata um protesto para afirmar valores que os jovens acreditam que devem estar presentes na sociedade. “É preciso verificar onde teve esse tipo de atividade, se não houve nenhuma infração à lei. Agora, se em alguns episódios há depredação, violação dos direitos de outros passa a ser um problema de segurança. Mas se é um protesto político, é um protesto político a exemplo de tantos outros que foram feitos em outros momentos no Brasil e nós participamos deles”, relembrou.

Durante o evento, o governador recebeu as pautas de reivindicações da Pastoral da Juventude Rural (PJR). A entidade pede políticas que possibilitem a permanência no campo com qualidade de vida. Na pauta nacional de reivindicação, está um apelo para que que o socialista e presidenciável assuma o combate ao agronegócio, construa políticas de acesso à terra, acesso ao trabalho e renda e educação no campo.

Na ocasião, o governador  assinou ordem de serviço para obras de irrigação, abastecimento de água e assistência técnica de cultivos orgânicos para o Sertão e Agreste. As intervenções fazem parte do Projeto de Desenvolvimento da Agricultura Familiar para Jovens Agricultores. Serão beneficiados as cidades de Iguaraci, Santa Terezinha, Tuparatema e São José do Egito, no Sertão do Pajeú; e Tupanatinga, Caetés e Garanhuns, no Agreste Meridional.  Os recursos são da ordem de R$ 707,6 mil.

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