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PSDB » Terezinha Nunes sai em defesa de Sérgio Guerra

Publicação: 07/01/2014 17:18 Atualização:

Contrária desde o início a uma aliança entre o PSDB e o PSB em Pernambuco, a deputada estadual Terezinha Nunes, que faz oposição ao governo na Assembleia Legislativa, classificou como "precipitadas e injustas" as críticas que têm sido feitas nos últimos dias ao presidente do PSDB de Pernambuco, deputado federal Sérgio Guerra, em relação ao acordo que celebrou com o governador Eduardo Campos.

"Em primeiro lugar, porque a maioria do partido queria isso e expressou claramente sua preferência. Em segundo lugar, porque quem não desejava a aliança teve o direito de também expressar sua opinião, como foi o meu caso. Se nós - os contrários - saímos derrotados no debate dentro da legenda, temos que nos curvar ao desejo da maioria e aceitar a decisão, como mandam as regras democráticas".

Segundo a deputada, "Sérgio Guerra, além da maioria do partido no estado, teve o respaldo da direção nacional para selar em Pernambuco um acordo que permitisse ao PSB adotar postura semelhante em Minas Gerais e foi isso que ele fez. Não pode, portanto, ser atacado nem muito menos crucificado".

"O PSDB de Pernambuco é o segundo maior partido do estado e isso se deve em mais de 90% ao esforço pessoal de Sérgio que tem sacrificado sua vida e sua saúde para manter o partido de pé. Foi por suas mãos que o PSDB, um partido até recentemente mais rural do que urbano, se transformou em uma legenda forte e musculosa na Região Metropolitana com a eleição de prefeitos de cidades importantes do Grande Recife e da expressiva votação obtida por Daniel Coelho na capital (em 2012)".

"Sérgio pode ter errado ao não informar sobre o dia em que se anunciaria o acordo, mas isso não tira dele o mérito de manter, na terra de Lula, um partido de oposição em funcionamento e crescendo como tem acontecido com o PSDB. Para isso, ele se preocupa e atende a todos os prefeitos, vereadores, deputados e até lideranças que não têm mandato. Passadas as eleições não deixa os derrotados abandonados. Quer sempre saber como estão e ajudando na medida do possível".

Terezinha disse acreditar que toda a confusão girou "em torno de algo secundário no processo: ou seja,o tempo em que deveria se dar o acordo. "Dos que o defendiam, e era a maioria como informei, alguns queriam que fosse feito logo. Outros que fosse em março, outros mais que fosse em junho, no momento das convenções. Outro grupo ainda não desejava a ocupação de cargos. Mas quem está negociando não pode impor tudo. Tem que respeitar e ouvir as conveniências do outro lado."

Ela disse esperar que todo o nervosismo que dominou o partido nos últimos dias se dissipe com o tempo e apontou mais uma razão para que isso aconteça: "Mesmo podendo impor a regra da disciplina partidária, obrigando toda a bancada na Assembleia a compor a base governista, Sérgio sempre deixou claro que os três deputados que fazem oposição na Alepe, Daniel Coelho, eu e Betinho Gomes, têm o direito de permanecer independentes. Não conheço uma posição mais democrática e tolerante do que essa. O resto são coisas  menos importantes que vão se dissipar com o tempo e a ampliação do debate".

 

Com informações da assessoria de comunicação do PSDB

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: Antonio Silva
Vem K, que diabo de Partido é esse aí de PE, em que um manda (Sergio Guerra) e outra faz (Teresinha Nunes), e o restante, é só "babaca" como bem disse o Sérgio Guerra? atenção povo Pernambucano, ou melhor, povo brasileiro, essa famingerada aliança PSDB PSB = Aécio Neves, como disse a Dep. Teresinh | Denuncie |

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