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Mensalão » Ex-deputado Pedro Corrêa, sem previsão de sair do Cotel

Ana Luiza Machado

Publicação: 28/12/2013 13:52 Atualização: 28/12/2013 15:02

Não há urgência para o ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP), condenado a 7 anos e 2 meses no processo do Mensalão, deixar o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima. Segundo o juiz da 1º Vara de Execuções Penais designado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para acompanhar o caso, Luiz Gomes da Rocha Neto, apesar da "notabilização da causa", o ex-parlamentar é um preso como qualquer um dos 30 mil que fazem parte do regime prisional no estado e, por isso, passou pelo mesmo padrão de procedimento, que é o exame de corpo de delito, no Instituto de Medicina Legal (IML) e a triagem no Cotel.

"É preciso que fique claro que o reeducando está lá (no Cotel) em trânsito e em caráter provisório até que se decida para que presídio em regime semi-aberto do estado ele irá. O Cotel é a porta de entrada para qualquer condenado que chega ao estado, inclusive os presos em flagrante. Dificilmente uma condenação que vem de fora, vem direcionando para que presídio o condenado deve ir", afirmou o juiz. Em entrevista por telefone ao Diario, Luiz Gomes da Rocha Neto, informou ainda que está de posse de um documento entregue pelo advogado e filho do ex-deputado Pedro Corrêa, Fábio Correa, solicitando que o pai permaneça no Cotel até os primeiros dias de 2014, com o objetivo de preservar a integridade física do réu.

A decisão de se acata ou não o pedido do advogado de Pedro Corrêa, de acordo com ele, ainda não foi tomada, mas o juiz fez questão de ressaltar que não há ilegalidade na permanência provisória do preso no Cotel, como considerou o promotor da 2ª Vara de Ações Penais, Marcelus Ugiette. "Acho que o promotor deve ter dado a declaração de bate-pronto, deve ter se precipitado um pouco, porque estamos de posse dos documentos e acompanhando o caso. Todas as ações da Secretaria de Ressocialiação (Seres), foram acompanhadas por mim e, ao meu ver, estão tecnicamente corretas. Tenho compartilhado das decisões com o promotor da vara pela qual sou juiz, Dr. Marco Aurélio Araújo também", disse.

O promotor Marcelus Ugiette afirma que a permanência de Pedro Corrêa no Cotel é "ilegal, imoral e irregular". "Se a sentença condenatória diz que a condenção é em regime semiaberto, nada justifica ele ter ficado no Cotel", declarou Ugiette. Ele também informou que vai mandar um ofício para a Seres recomendando a imediata transferência de Pedro Corrêa para o regime semi-aberto.Entre as possibilidades de locais para onde Pedro Corrêa pode ser transferido estão: a Penitenciária São João, em Itamaracá; o presídio de Canhotinho, o de Salgueiro e Petrolina (ambos têm uma parte em regime semi-aberto). 

Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: oliver oliveira
que vergonha pra esse velho hein. | Denuncie |

Autor: oliver oliveira
ilegal,e o que eles fazem,com os desvios de verbas,prejudicando então,o trabalhador,por esses roubos,dos cofres público,e que o salario minimo,e tão mixuruca nesse brasil. VERGONHA\NOJO | Denuncie |

Autor: adelson ferreira
DR. MARCELO ESSE BANDIDO TEM QUE É PELA PENA QUE FOI CONDENADO,E NÃO PELO QUE O SR.ACHA,SE O SR. ESTAR SENDO ASSIM COM ESSE BANDIDO,POR QUE NÁO ES ASSIM COM OS OUTROS,O SR. PODE MIM RESPONDER...OU QUEM CALA CONSENTE... | Denuncie |

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