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Mensalão » Algemas e nada de regalia para Corrêa Condenado a 7 anos de prisão, ex-deputado desembarca em Pernambuco para cumprir pena

Aline Moura - Diario de Pernambuco

Publicação: 28/12/2013 09:06 Atualização: 28/12/2013 10:19

 (Paulo Paiva/DP/D.A PRESS)
Depois de passar quase um mês no Complexo da Papuda, em Brasília, o ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP) chegou ao Recife ontem e passou a primeira noite no Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna, conhecido como Cotel, no município de Abreu e Lima. Ele enfrentou uma fila de triagem por cerca de três horas e ficou numa cela comum, segundo informações da Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres). Ainda ontem, a Seres encaminhou um documento ao juiz da Primeira Vara de Execuções Penais de Pernambuco, Luiz Gomes da Rocha Neto, para que ele analise o pedido de transferência do ex-parlamentar para uma penitenciária de regime semiaberto do estado.

Pedro Corrêa chegou de Brasília por volta das 14h30, num voo comercial no Aeroporto Internacional dos Guararapes, acompanhado de três policiais do Departamento Penitenciário Nacional. Ele desceu do avião algemado e escoltado, porém com uma toalha branca por cima das algemas. Em seguida, foi levado ao Instituto Legal de Medicina (IML), no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife, onde fez exames de corpo de delito por quase uma hora antes de ser conduzido ao Cotel.

A chegada de Corrêa ao Recife foi cercada de desencontros. Inicialmente, fontes da Polícia Federal divulgaram que ele faria exames no IML e seguiria direto para a Penitenciária Agro Industrial São João (PAI), em Itamaracá. Mas ele foi levado ao Cotel, como todos os detentos que precisam passar por triagem, e dormiu lá, no presídio que tem cerca de 3 mil homens, sendo um dos mais conhecidos de Pernambuco. Os parentes preferem, contudo, que ele seja transferido para a penitenciária de Canhotinho, no Agreste do estado, após sair do Cotel.

Durante o percurso da Renault de cor branca que fazia o transporte do ex-parlamentar, de placas JGL 2751, uma viatura do BPtran parou o carro da reportagem que o seguia na Avenida Norte, em frente à Praça do Trabalho, para que o veículo à frente prosseguisse o trajeto sem o acompanhamento de perto. Só quando a van de Pedro Corrêa se afastou por mais de 300 metros, o policial liberou a passagem da imprensa.

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Autor: Giovani Macedo
As algemas deveriam ficar livres para serem fotografadas, criminoso não deve ter regalias. | Denuncie |

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