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Implante » Resultado do implante capilar feito em Renan Calheiros deve demorar até quatro meses para aparecer

Agência O Globo

Publicação: 27/12/2013 20:45 Atualização: 27/12/2013 21:49

O cirurgião plástico Fernando Basto foi o responsável pelo implante capilar do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), feito na semana passada numa clínica de Recife. O médico informou, em entrevista à rádio CBN, que ainda deve demorar até quatro meses para começarem a aparecer os primeiros resultados e dez meses para ver o resultado completo.

"Esse cabelo que foi colocado no Renan só vai começar a florescer em quatro meses. Então, é uma coisa lenta e progressiva. Os fios vão nascendo até nove meses depois de operado. Só vai aparecer alguma coisa daqui a dez meses. É possível que tenha que fazer uma segunda etapa porque a calvície do senador é bastante avançada", afirmou o cirurgião.

A equipe que faz a cirurgia é formada por nove médicos e o procedimento pode durar até oito horas. Sobre os custos do implante, Basto não revelou valores, mas disse ser acessível à classe média:

"Por ter um número grande (de profissionais envolvidos), isso deixa um pouco maior o volume do dinheiro. Os honorários crescem um pouco. Eu costumo dizer que ele (o procedimento) fica acessível à classe média. Não é uma coisa absurdamente cara. Muito pelo contrário".

Basto, que também fez o implante capilar no ex-ministro José Dirceu, explicou que o cabelo implantado é retirado da nuca do paciente.

"É uma região onde o cabelo permanece sadio durante toda a sua vida", afirmou.

Para a cirurgia, o paciente recebe anestesia local e o pós-operatório dura até três dias. Depois do procedimento, o cabelo nasce normalmente, como se estivesse na área original de onde foi retirado.

"O cabelo deve ser transportado do próprio paciente porque é o mesmo DNA", afirmou, explicando que, se for de outra pessoa, os fios serão rejeitados em até 15 dias.

Para ir a Recife, Renan usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que, por lei, só pode ser usado por autoridades por motivo de segurança e emergência médica, em viagens de serviço ou no deslocamento para seu local de residência fixa. Após a polêmica, o senador afirmou que devolverá aos cofres públicos o dinheiro gasto com o voo.

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