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Dilma x Eduardo » PT x PSB: palanques montados para uma prévia de 2014 Dilma e Eduardo, em seus discursos, deram uma amostra do debate político no ano eleitoral

Aline Moura - Diario de Pernambuco

Publicação: 18/12/2013 07:26 Atualização:

Eduardo e Dilma procuraram demarcar posição diante dos operários, um público considerado bastante ativo na política: Paulo Paiva/DP/D.A Press
Eduardo e Dilma procuraram demarcar posição diante dos operários, um público considerado bastante ativo na política: Paulo Paiva/DP/D.A Press

A disputa pela geração de empregos, volume de investimentos e paternidade de obras ficou visível, ontem, nos discursos da presidente Dilma Rousseff (PT) e do governador Eduardo Campos (PSB). Os palanques dos pré-candidatos à eleição presidencial foram montados nas duas solenidades que marcaram a visita da petista a Pernambuco, na Refinaria Abreu e Lima e no Estaleiro Atlântico Sul. Dilma falou muito em recursos “exclusivos” do governo federal repassados ao estado, enquanto o governador enfatizou a importância de não se colocar selo em dinheiro público e da capacidade de realização dos governos.

O caráter protocolar foi mantido, mas Eduardo e Dilma procuraram demarcar posição diante dos operários, um público considerado bastante ativo na política. Para se ter uma ideia, hoje, a indústria naval emprega 79 mil operários e a área sindical representa um filão para campanhas eleitorais. O ex-presidente Lula, que nem esteve nas solenidades, foi um dos mais ovacionados pela plateia. O petista foi citado seis vezes pela presidente e uma vez pelo governador.

A garantia do emprego ganhou força nas palavras dos presidenciáveis. Dilma direcionou sua fala para os profissionais que estavam preocupados com a finalização dos trabalhos na plataforma. “Estão confirmados mais seis navios-sondas de perfuração e lote de 19 navios Suezmax e Aframaz... Então, o Brasil vai precisar de muita plataforma daqui para frente”, frisou a petista.

Eduardo Campos, por sua vez, não mediu esforços para ressaltar a contribuição de Pernambuco nesse resgate da indústria. Lembrou, inclusive, que dos três estaleiros construídos recentemente no Brasil, dois ficaram em solo estadual. “Não há vento bom para quem não sabe onde ir”, declarou.

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