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Eleições 2014 » "Aliança do PSB e PPS é reencontro da esquerda", afirma Roberto Freire

Diario de Pernambuco - Diários Associados

Publicação: 16/12/2013 18:40 Atualização: 16/12/2013 23:03

Lideranças do PSB, do governador Eduardo Campos, e do PPS estão reunidas no Recife para oficializar o apoio dos pós-socialistas ao nome do governador de Pernambuco para disputar a Presidência da República em 2014. Além de Eduardo e Roberto Freire, presidente nacional do PPS, estão presentes representantes das bancadas federais das duas legendas.

Ao chegar ao local do encontro, um hotel no bairro de Boa Viagem, Roberto Freire concedeu uma entrevista exclusiva à reportagem do Diario. Confira abaixo:

Por que o PPS escolheu o nome de Eduardo Campos?
Por várias vantagens que o PPS imaginou, entre elas o fortalecimento da alternativa ao governo Dilma, que consolida a oposição para um segundo turno, para uma derrota do governo. Há toda uma ideia de reencontro das forças da esquerda, de correção de rumo. Esse é um começo de se buscar a unidade da esquerda democrática.

A filiação de Marina Silva no PSB influenciou a decisão do PPS?
Não. Ajudou, claro, porque dá ao bloco e a candidatura de Eduardo uma força e uma expressão bem maior.

O senhor acha que Eduardo representa o novo?
Eduardo para a sociedade é uma força emergente, claro. E tem essa característica do novo.

O PPS pediu alguma contrapartida ao PSB pelo apoio?
Não. A gente não vai exigir, porque se o PSB não der, a gente vai embora? A gente não tem exigência.

O apoio do PPS coloca Eduardo de vez na oposição?
Ele já estava. Não existe plano B de governo. Ele é uma alternativa ao governo Dilma, por isso estamos aqui.

O senhor acha que Marina Silva ainda pode ser a candidata a presidente?
Não sei. Mas acho que ela mesma declarou que o candidato é Eduardo.

Há algum mal-estar entre o PSB e a Rede em alguns estados. O senhor acha que isso será superado?
Isso é normal. Não se pode imaginar uma aliança dessa sem um primeiro momento ter uma contradição.

O senhor não teme que Lula entre na disputa e Eduardo Campos saia, levando consigo a candidatura de Marina?

Não. Lula é que vai ter medo de entrar em bola dividida. A avaliação negativa do governo se reflete nele. Ele não é o mesmo Lula de antes, porque elegeu um poste e o essa política de poste deu muito mal.  

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