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São Paulo » Caso Siemens: autoridades investigadas em SP continuam nos cargos Apesar de o inquérito que apura suposto cartel de trens em São Paulo ter chegado ao Supremo, governador de São Paulo mantém acusados no poder. Alckmin diz temer cometer injustiças

João Valadares - Correio Braziliense

Publicação: 12/12/2013 10:34 Atualização:

Mesmo depois de o inquérito que apura o suposto cartel de trens em São Paulo com o aval de gestões tucanas ter sido remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) por envolver autoridades com foro privilegiado, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu manter nos cargos o chefe da Casa Civil, Edson Aparecido (PSDB), e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Garcia (DEM).

“Nós queremos que a investigação se faça com seriedade e rapidez, até para não colocar o nome de pessoas sérias envolvidas. Não se pode agir sem ser justo. O que nós precisamos é investigar”, afirmou.

A edição de ontem do jornal Folha de S.Paulo aponta que, em novo depoimento à Polícia Federal, o ex-executivo da Siemens Everton Rheinheimer afirmou que os dois secretários eram destinatários de propinas pagas pelo esquema. A Siemens denunciou que o cartel era operado no Brasil pelas empresas Alstom (França), Bombardier (Canadá), Mitsui (Japão) e CAF (Espanha).

Um documento apócrifo entregue pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, à Polícia Federal, além de Edson Aparecido e Rodrigo Garcia, cita os nomes do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) e do secretário de Energia de São Paulo e deputado licenciado, José Aníbal.

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