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Assassinado » Relatório que afirma que JK foi vítima de conspiração será entregue a Dilma Comissão da Verdade de SP quer que governo e Justiça reconheçam que ex-presidente foi vítima de conspiração

Correio Braziliense

Publicação: 11/12/2013 08:14 Atualização: 11/12/2013 11:07

No telão, as imagens do carro que levava Juscelino são mostradas durante a leitura do relatório da comissão: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo
No telão, as imagens do carro que levava Juscelino são mostradas durante a leitura do relatório da comissão: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo

O relatório divulgado nessa terça-feira (10/12) pela Comissão da Verdade Vladimir Herzog, de São Paulo, que atesta que o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, morto em agosto de 1976, foi assassinado, será enviado à presidente da República, Dilma Rousseff, aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, e do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), e à Comissão Nacional da Verdade. O documento irá com pedido para que seja reconhecido que a morte de JK e de seu motorista, Geraldo Ribeiro, em um suspeito acidente na Via Dutra, foi decorrente de complô político encabeçado pela ditadura. “Queremos que seja declarado que JK foi assassinado”, pediu o presidente da comissão paulistana, vereador Gilberto Natalini (PV).

Com 90 evidências de que o ex-presidente foi vítima de um atentado, o documento narra diversos fatos a partir do momento em que Juscelino e o motorista dele deixaram o Hotel-fazenda Villa-Forte, que pertencia ao brigadeiro Newton Junqueira Villa-Forte, um dos criadores do Serviço Nacional de Informações (SNI).

O texto foi elaborado com base em depoimentos como o do motorista do ônibus Josias Nunes de Oliveira, à época, acusado de ter batido no carro de Juscelino antes que o veículo cruzasse o canteiro central da rodovia, na altura de Resende (RJ), e colidisse de frente com um caminhão. Outro relato importante foi o do perito criminal Alberto Carlos de Minas, que participou da exumação do corpo de Geraldo Ribeiro em 1996 e viu um fragmento metálico no crânio, mas foi impedido por policiais civis de fotografar os restos mortais.

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