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"Reunião de trabalho" » Deixando os tucanos sem direito a sobremesa Depois de jantar no Rio de Janeiro com Aécio Neves, Eduardo trata de acertar a parceria com Roberto Freire e o PPS

Rosália Rangel

Publicação: 10/12/2013 07:27 Atualização: 10/12/2013 10:47

Aécio Neves e Eduardo Campos discutiram cenários para 2014 em um
Aécio Neves e Eduardo Campos discutiram cenários para 2014 em um "Cencontro casual", disse governador: Roberto Pereira/PSB/Divulgacao

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, desembarca no Recife na próxima segunda-feira para uma primeira “reunião de trabalho” com o governador Eduardo Campos, eventual candidato a presidente da República. Será uma conversa para inserir o pós-comunista no debate sobre as diretrizes que estão sendo discutidas pelo PSB/Rede e que vão nortear o programa de governo de Campos na campanha de 2014.
“Vamos conversar para ver como vai se dá essa integração, contando com as reflexões que o PPS tem feito sobre a realidade brasileira”, frisou o governador, após evento no Ministério Público de Pernambuco.

Segundo ele, o PPS chega para ajudar na caminhada de formação de um programa que possa ser oferecido ao Brasil em 2014. “Tanto PSB, como Rede, ficamos muito felizes com a decisão do congresso”, frisou. No Recife, o PPS integra o bloco de oposição na Câmara Municipal, papel que deverá ficar enfraquecido depois da parceria nacional com o PSB. O indicativo em favor de Campos foi aprovado no último sábado, em São Paulo.

Os pós-comunistas rejeitaram, além da possibilidade de candidatura própria, a proposta de aderir ao palanque do senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB, com quem Eduardo jantou no último domingo, em um restaurante na Zona Sul do Rio de Janeiro. Apesar da tentativa do socialista dar ao encontro um tom casual, nos bastidores circula a informação que os presidenciáveis se encontram com frequência para analisar cenários.

Desse vez, de acordo com uma fonte, trocaram ideias sobre os últimos números das pesquisas de intenção de voto para a corrida ao Palácio do Planalto. Também avaliaram os números ruins da economia brasileira, que podem prejudicar a candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição, em 2014.

“Fui gravar o programa do PSB no Rio e eu só poderia voltar hoje (ontem) de manhã porque o aeroporto do Recife estava fechado às 23h. Quando terminei (a gravação), próximo do hotel, fui jantar, e lá encontrei Aécio. Sentamos à mesa, conversamos um pouco, tomamos um café”, desconversou Eduardo. Um integrante da cúpula do PSB, no entanto, recebeu, na sexta-feira, a informação de que os dois presidenciáveis jantariam no fim de semana.

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Esta matéria tem: (4) comentários

Autor: Eduardo Fernandes
A materia é tendenciosa, Campos fechou apenas com Roberto Freire, já o resto do partido deve se aliar a Aecio, assim como Bahia, Rio e Minas que já estão com o senador. | Denuncie |

Autor: Lucas Lage
O PPS trás ao Campos apenas 16 segundos na TV. partido pequeno... Só o presidente quis esse apoio com o Campos, os estados devem ficar com Aécio, Minas, Rio e Bahia já estão. | Denuncie |

Autor: Afonso Novaes
Nao acredito que Campos "roubou" a parceria como a materia insinua, qualquer apoio que fortaleça a oposiçao é valido, os 2 candidatos estao cientes disso e por isso tem uma relaçao amigavel. | Denuncie |

Autor: Marcela Vieira
Só que o Roberto Freire é apenas um dentro do PPS, sozinho nao fará nada. O resto do partido ja esta fechado com Aécio, Bahia, Rio e Minas. Rumo à vitória | Denuncie |

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