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Discurso » Armando Monteiro diz que a economia de Pernambuco está desacelerando

Ana Luiza Machado

Publicação: 09/12/2013 17:36 Atualização: 09/12/2013 19:34

Senador reuniu a imprensa do estado para um almoço nesta segunda-feira. Foto: PTB/Divulgação (PTB/Divulgação)
Senador reuniu a imprensa do estado para um almoço nesta segunda-feira. Foto: PTB/Divulgação

O senador Armando Monteiro (PTB), em almoço que reuniu a imprensa nesta segunda-feira (9), se mostrou animado com a sua pré-candidatura ao governo do estado, e acabou antecipando qual será o tom do discurso contra o candidato, ainda indefinido, do governador Eduardo Campos (PSB). O petebista, que está trabalhando para conseguir o apoio de outros partidos da Frente Popular, tem buscado consolidar a união com o PT para reforçar o palanque de 2014, e tem conseguido.

Segundo o petebista, terão prioridade as alianças com partidos que fazem a sustentação do governo Dilma Rousseff, em especial o PT. No último domingo, Armando foi à festa de Nossa Senhora da Conceição ao lado do senador Humberto Costa, dos deputados federal João Paulo e Pedro Eugênio, além do vereador do Recife Jurandir Liberal, todos petistas. A participação na festa religiosa, para alguns, é uma prévia do que será visto durante a campanha do próximo ano.

Armando Monteiro também comentou sobre a disputa presidencial. Apesar de alertar que ainda é cedo para se fazer qualquer projeção, disse acreditar que a economia não será fator decisivo na próxima eleição. "O que definirá será uma proposta de futuro, ações que possam apontar para o futuro e não algo pontual, como o fator econômico atual", argumentou.

Leia no Blog de Política: A contradição do discurso de Armando

Ainda sobre economia, mas desta vez no âmbito estadual, o petebista contrariou aquilo que o governador Eduardo Campos mais enfatiza e se orgulha: o crescimento de Pernambuco. Segundo Armando, a economia de Pernambuco, nos últimos dois anos está desacelerando, ficando atrás do Ceará e da Bahia. De acordo com o senador, essa desaceleração pode ser explicada, entre outras coisas, pela queda em 45% das exportações e também pelo os que especialistas chamam de "hiato de produto" (quando a obra está terminando, mas o produto ainda não entrou no mercado).

Questionado se não vai parecer contraditório, durante a campanha, fazer críticas a um modelo de gestão do qual até recentemente fazia parte, que é o do governador Eduardo Campos, ele negou. "Eu não posso desqualificar o projeto, mas posso apontar as deficiências, redefinir o debate e mudar a agenda. E a partir desta nova agenda me credenciar para realizá-la", disse.    

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