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Polêmica » Vereadores do Recife querem dar um "freio" na lei da tração animal Parlamentares formam comissão para convencer prefeitura a adiar entrada em vigor da nova legislação

Ana Luiza Machado

Publicação: 04/12/2013 08:57 Atualização: 04/12/2013 10:18

Aline Mariano defende mais tempo para estruturar a coleta dos animais. Foto: Marcelo Soares/Esp.DP/D.A. Press/Arquivo
Aline Mariano defende mais tempo para estruturar a coleta dos animais. Foto: Marcelo Soares/Esp.DP/D.A. Press/Arquivo
A lei que proíbe a circulação de veículos de tração animal pelas ruas do Recife, sancionada no dia 25 de outubro pelo prefeito Gerado Julio (PSB), pode ser suspensa por 90 dias. Isso se a proposta de uma comissão especial formada na Câmara Municipal for acatada pelo Executivo. A vigência da lei foi motivo de protesto por parte dos carroceiros em frente ao Legislativo. Eles alegam a ausência de contrapartidas prometidas pelo secretário executivo de Defesa Animal, Rodrigo Vidal, para a efetivação da medida.

A líder da oposição, Aline Mariano (PSDB), subiu ontem à tribuna da Casa, repercutiu a reunião que teve com o secretário na semana passada e criticou a condução do conflito com os carroceiros pela secretaria. A comissão formada por ela e pelos vereadores Eriberto Rafael (PTC), Almir Fernando (PCdoB), Felipe Francismar (PSB) e Marco Di Bria (PTdoB) pretende, com a suspensão, dar condições para a secretaria adquirir um terreno para onde serão levados os animais apreendidos, um carro para realizar a condução, a contratação de profissionais para fazer a fiscalização, além de discutir uma contrapartida melhor para os carroceiros.

Em seu pronunciamento, Aline apontou a ausência de todos esses fatores, inclusos na proposta que apresentarão ao secretário. “Pedi para ter acesso aos estudos realizados para verificar a necessidade e viabilidade da lei, mas ele se recusou a disponibilizar, a não ser por pedido formal. O que dá a ele um mês para entrega da cópia e só atrapalha as negociações”, contou a vereadora. Por meio de sua assessoria, a prefeitura alegou que ainda há tempo para viabilizar a vigência da lei, que está prevista para 1º de março.

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