Pernambuco.com



  • (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Senado » Zeze Perrela nega envolvimento de seu filho com drogas apreendidas em helicóptero

Agência Senado

Publicação: 03/12/2013 17:38 Atualização:

O senador Zeze Perrela (PDT-MG) negou, nesta terça-feira (3), em Plenário, qualquer envolvimento de seu filho, o deputado estadual Gustavo Perrela (SDD-MG), com o transporte de quase meia tonelada de cocaína apreendida em helicóptero da família Perrela no último domingo. O piloto trabalhava como assessor de Gustavo na Assembleia Legislativa.

Zeze Perrela afirmou que o filho autorizou Rogério Almeida Antunes, piloto da aeronave - que saiu de Minas e foi apreendida no Espírito Santo - a fazer um frete até São Paulo, mas não o deslocamento para o estado do Espírito Santo. Perrela disse que o filho não sabia da existência das drogas. De acordo com o senador, ele e o seu filho sempre lutaram contra as drogas e esse é um dos momentos mais difíceis que a família já teve que enfrentar.

"A verdade é essa e foi dita, mas a imprensa quando não quer entender, quer ver sangue, quer massacrar. O meu filho não conhece sequer droga. O piloto, que trabalhava para meu filho, prestou um depoimento em que disse que [Gustavo] não sabia de absolutamente nada. Que ele foi cooptado pelo co-piloto, que era um conhecido dele e que não trabalhava para o meu filho. E que ele receberia R$ 104 mil para fazer esse frete, dos quais ele ficaria com R$ 60 mil e o co-piloto, com R$ 44 mil", declarou Perrela.

O senador disse que o seu filho não consta sequer como investigado e afirmou que o seu único erro foi confiar na pessoa errada. Zeze Perreka ainda negou que o helicóptero tenha sido abastecido com dinheiro público e disse esperar que o dono dessa droga seja preso.

"Torço para que peguem os cabeças dessa organização, que essas pessoas apodreçam na cadeia".

O parlamentar também respondeu a matérias publicadas pela imprensa, segundo as quais o abastecimento do helicóptero era abastecido pelo Senado.

"Sugeriram, inclusive, que esse voo da droga, esse voo maldito, foi feito com abastecimento de dinheiro público. Eu, inclusive, como senador, já abasteci também. Não tenho o que negar. Usei R$ 14 mil durante o ano inteiro [para abastecer o helicóptero]. Poderia usar R$20 mil por mês. Se estiver errado, que se mude o Regimento", concluiu.

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »