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Agressões » Em programa de TV, Lobão chama Dilma de "estúpida"

Filipe Barros - Diario de Pernambuco

Publicação: 03/12/2013 11:44 Atualização:

Ídolo do rock dos anos 1980 e hoje colunista da Revista Veja, o cantor Lobão desferiu palavras duras contra a presidente Dilma Rousseff em entrevista ao programa Roda Viva na noite desta segunda-feira (2). Em um dos ataques, o colunista mensal afirmou que Dilma é "inapta" e "estúpida" e que todas essas afirmações políticas estão no seu livro "Manifesto do Nada na Terra do Nunca". Além disso, ele se classificou como ex-petista e manifestou que um dos seus maiores erros foi ter apoiado o ex-presidente Lula em 1989.

Ao longo da polêmica entrevista, Lobão falou sobre os programas do governo petista como o Bolsa Família, em relação a continuidade do projeto. "Dilma é completamente inapta, não sabe falar, não sabe fazer nada. É de uma estupidez galopante", disse o músico. "Nem tomar sorvete na testa ela vai conseguir, porque não vai conseguir mirar a própria testa", continuou frisando que a "revolução de 1964 safou o Brasil da ameaça comunista".

O golpe militar de 1964, inclusive, foi defendido pelo músico. "Lembro na época e aquilo era um bagunça. Alguma coisa aconteceu para aqueles caras roubarem o poder. As pessoas que estavam lutando ali não estavam lutando pela democracia. Pelo que vejo das ditaduras comunistas, de Cuba, Venezuela, tudo indica que a gente se safou de algo muito pior", frisou o cantor, ressaltando que o ex-presidente João Goulart fugiu e não foi deposto.

Lobão falou ainda sobre como foi sua relação com o pernambucano Roberto Freire, deputado federal e presidente nacional do PPS. "Eu não era petista fanático, mas achava que o PT estava num momento histórico. Eu tinha medo do Collor, mas não entendia nada de política. Me
perguntaram se eu queria encontrar Roberto Freire e pra mim, Roberto Freire era um psiquiatra, e eu falei que seria um prazer, que finalmente iria votar certo, mas quando cheguei era o Roberto Freire político. A partir daí virei cabo eleitoral dele, fiquei muito amigo e entrei para o partido comunista, quer dizer, não sou uma assumidade política".

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