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| Pastor Marco Feliciano presidiu a reunião da CDHM por apenas oito minutos e saiu sob protesto. Foto: Alexandra Martins / Câmara dos Deputados |
Há um volume intenso de boatos na Câmara Federal sobre uma possível renúncia do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC) da presidência da Comissão de Direitos Humanos. Alguns integrantes do Legislativo chegaram a afirmar que o parlamentar já teria entreggue uma carta ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB), informando que deixaria o cargo. A informação foi desmentida pelo gabinete do pastor.
Mas a pressão popular e de outros parlamentares, que lançaram hoje a Frente de Direitos Humanos, pode levar Marco Feliciano a realmente renunciar ao cargo. Neste momento, Henrique Alves conversa com pastor Everaldo e Andre Moura, ambos do PSC, para substituir pastor Feliciano na comissão.
Nesta quarta-feira à tarde, ocorreu um novo tumulto na comissão, e Feliciano apenas abriu a reunião e deixou o plenário com menos de oito minutos, após vaias, protestos e faixas de integrantes de movimentos LGBT.
O vídeo exibido na terça-feira no Twitter de Feliciano, com críticas aos deputados que se opuseram à sua indicação, foi a gota d'água para Henrique Alves. Um dos deputados com os quais o presidente da Câmara falou foi Chico Alencar (PSOL-RJ). Dezenas de parlamentares de vários partidos realizaram nesta quarta-feira um novo ato contra a manutenção do deputado à frente da comissão. O momento, segundo a deputada Manuela D'Ávila (PCB) é de observação dos movimentos da comissão.
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