O deputado federal Anderson Ferreira (PR) e terceiro vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal (CDHM) está perplexo com o posicionamento da bancada evangélica da Assembleia Legislativa de Pernambuco, que defendeu a renúncia do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC) da presidência da CDHM. Ferreira afirma que a intranquilidade é causada por movimentos do grupo LGBT que não aceitam um evangélico a frente da comissão. “Com tudo isso foram aprovados oito requerimentos em pauta durante a primeira reunião, mantendo o mesmo ritmo das anteriores”, disse o deputado.
“É importante salientar que entre os requerimentos está a solicitação para a realização de uma audiência pública que debaterá sobre casos de violência e exploração sexual de crianças e adolescentes. Além deste, há também uma solicitação para audiência sobre o desafio da inclusão no mercado de trabalho, assegurando a igualdade de direitos e oportunidades, sem discriminação de cor, etnia, procedência ou qualquer outra. Isto sim é importante debater”, alega Anderson.
Ainda de acordo com o federal, a indicação para a presidência da CDHM cabe ao PSC, pois a bancada do partido não é composta apenas por deputados evangélicos, e a saída do pastor pode acarretar o risco da bancada do segmento perder a representatividade em uma comissão tão importante.
"Historicamente, os evangélicos sempre sofreram perseguições por causa de suas convicções em defesa da ética, da moral e dos princípios cristãos”, conclui Ferreira.
Da assessoria do deputado Anderson Ferreira
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