Publicação: 14/03/2013 11:41 Atualização: 14/03/2013 12:03
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| Kassab informou oficialmente que a legenda não fará parte do ministério do governo da presidente Dilma Rousseff. Foto: Iano Andrade/CB/D.A Press/Arquivo |
O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, que preside nacionalmente o PSD, informou oficialmente que a legenda não fará parte do ministério do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) antes das eleições de 2014. O anúncio foi realizado após um jantar no Palácio da Alvorada nesta quarta-feira (13). No encontro com a presidente, Kassab disse que o partido optou pela “independência”, até porque, quando a legenda foi formada em 2011, reuniu quadros dissidentes da oposição ao governo. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.
“Eu disse a ela, e a presidente compreendeu, que esta era uma decisão definitiva, oficial, e que reflete o desejo majoritário no partido”, disse o ex-prefeito. Apesar da posição, Kassab disse que caso a presidente queira convidar o vice-governador Guilherme Afif Domingos, em caráter “pessoal”, para a pasta da Micro e Pequena Empresa, não irá impedir, mas que isso não muda a posição da sigla.
A posição tomada pelo PSD pode ser interpretada como uma verdadeira “bomba” para a consolidação do projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff na eleição de 2014. A legenda, que estava lutando para ter um espaço no governo, desiste no momento que começam as movimentações em prol do projeto nacional do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência da República. Campos foi um dos “fiadores” na criação do PSD e pode conquistar o apoio da legenda caso sua candidatura seja confirmada.
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