Os 22 réus do episódio que ficou conhecido como o Escândalo da Mandioca, ocorrido entre junho de 1979 e março de 1981, tiveram suas penas ampliadas nesta quarta-feira em relação ao primeiro julgamento ocorrido em 1999 pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5).
Mas a decisão ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF).
No início do processo, 24 pessoas foram denunciadas. Duas delas, no entanto, Luiz Cavalcanti Novaes e Ana Maria Barros, tiveram as condenações prescritas por estarem com mais de 70 anos na época do primeiro julgamento.
A revisão das penas ocorreu agora em função do Ministério Público Federal ter apelado ao STJ pedindo a majoração das penas.
Veja mais, como a lista dos acusados e a mudança das sentenças, na edição desta quinta-feira do Diario de Pernambuco
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