O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, criticou neste sábado (9) a tentativa de aliados do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Eles planejam uma retaliação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que enviou denúncia contra o político alagoano ao Supremo Tribunal Federal (STF) poucos dias antes de sua eleição para a presidência do Senado.
Campos afirmou que não há motivo que justifique o impeachment do procurador-geral da República como quer a tropa de choque de Renan Calheiros, a maioria peemedebista. O governador disse que o seu partido vai ficar de fora da iniciativa.
"Eu não vejo nenhum indício de falha no procurador-geral que justifique o uso dessa medida que existe, que é constitucional, mas que é muito extrema e que só justifica no caso de falha muito grave, de um grande absurdo, de descumprimento da lei", disse. "Não vejo nenhum fato objetivo que o venha incriminar".
Sobre o posicionamento do PSB nessa questão, o socialista afirmou que nem precisa dar orientações: "Nosso partido vai se meter no que esteja certo. Defendemos ética, transparência, boas práticas na administração pública, a democracia e a liberdade de expressão. Essas, sim, são bandeiras do PSB".
O governador fez a declaração no café da manhã do Galo da Madrugada. Ele chegou ao Forte das Cinco Pontas, na concentração da agremiação carnavalesca, e logo foi cercado por foliões que o aclamavam aos gritos de “presidente”, mas voltou a negar que esteja em campanha de olho em 2014.
Os ministros da Saúde e da Integração Nacional, Alexandre Padilha e Fernando Bezerra Coelho, também estiveram no desfile do Galo.
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Autor: Aminadab Nobre
Se o Procurador Geral for MACHO como dizem lá no Ceará, ele empregará o art. 127 da CF e promoverá a REFORMA de duas EXCRESCÊNCIAS contidas na CF(os arts. 53- IMUNIDADE/FORO PRIVILEGIADO e 55,§2º- RETIRA o termo TRANSITADO em JULGADO e COLOCA JULGADO EM 1ªINSTÂNCIA tão-somente. | Denuncie |