Publicação: 31/01/2013 12:23 Atualização: 31/01/2013 15:23
A herança deixada por João da Costa, ao que parece, não é tão bendita quanto a divulgada por ele. No dia 28 de dezembro, quando fez o balanço da gestão, o petista afirmou que seu sucessor encontraria um governo equilibrado financeiramente. “Deixamos um fundo de R$ 4 bilhões para obras já aprovadas ou iniciadas, como a Via Mangue”, disse.
O relatório da execução orçamentária dos últimos meses de 2012, publicado ontem no Diário Oficial, não apresenta, no entanto, o montante citado pelo ex-prefeito. “Não, este montante não aparece no relatório não”, confirmou o secretário de Finanças Roberto Pandolfi, que explicou que a ausência do item “despesa do exercício anterior” impossibilita saber o que, de fato, foi deixado para Geraldo Julio pagar. O relatório aponta que ficou em caixa (de receitas não vinculadas) R$ 112 milhões, mas também um “restos a pagar” de R$ 105 milhões. Outra cifra que se destaca é a previsão da receita de capital (R$ 809 milhões) e a realizada apenas R$ 248,6 milhões
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