Publicação: 17/01/2013 08:29 Atualização:
O deputado federal, Mendonça Filho, vai pedir ao Ministério de Minas e Energia explicações para o corte de cerca de 25% dos contratos em vigor, que está resultando na demissão em massa de funcionarios terceirizados. “O corte de terceirizados é o começo das demissões para adequação da Chesf à MP 579 do Governo Dilma, que mudou as regras de concessão para empresas de energia e impôs a Companhia uma perda de R$ 7,3 bilhões em ativos não”, denuncia.
Em novembro do ano passado, durante audiência com o então ministro interino de Minas e Energia, Zimmerman, o deputado questionou sobre o risco de um programa de demissão voluntária na Chesf. Na época, Márcio Zimmermann não descartou a possibilidade de demissões na Chesf e reafirmou que a renovação das concessões para o setor elétrico obedecerá regra e as empresas terão que passar por um processo de enxugamento de custos para se adequarem as exigências do Governo.
Para desonerar o setor elétrico, Mendonça sugeriu ao Governo Dilma que abra mão de impostos federais como os 9,5% do Pis/Cofins e contribuições sobre lucro, ao invés de sacrificar as empresas do setor elétrico. O parlamentar defende que o setor elétrico precisa de transparência, estabilidade e regras claras, que não mudem de acordo com o humor dos governantes. “O país está pagando um preço alto pela falta dessas regras. A gestão petista do setor elétrico mostra tem sido arbitrária e pouco eficiente. Os apagões são frequentes e o setor, claramente, precisa de correção de rumo”, completou.
Com informações da assessoria de imprensa do DEM
De
até
© Copyright 2013, S/A Diario de Pernambuco. Todos direitos reservados.
Esta matéria tem: (0) comentários
Não existem comentários ainda