Publicação: 19/07/2012 11:43 Atualização: 19/07/2012 12:12
![]() | |
| O yorkshire Ozzy, de 9 anos, de Fernanda Reis fugiu em pleno São João do ano passado. Foto: Helder Tavares/DP/D.A Press |
As redes sociais têm se mostrado aliadas fortíssimas na divulgação de várias causas, entre elas a dos pets desaparecidos. Como tudo que é postado no Facebook ou no Twitter, em poucos minutos a foto e as características do cachorro ou do gatinho desaparecidos pode chegar a qualquer lugar do mundo. Ainda assim, os meios mais tradicionais como espalhar cartazes como fotos e a busca direta na proximidades de onde o animal desapareceu continuam sendo boas opções.
O famoso boca a boca funcionou com a estudante de jornalismo Fernanda Reis. O seu yorkshire Ozzy, de 9 anos, fugiu em pleno São João do ano passado. “Estávamos em Gravatá e ele se assustou muito com os fogos. Foram dois dias de muita angústia. Até que um porteiro conhecido disse que tinha visto um cão no meio da mata, dois terrenos depois do nosso”, conta. A estudante ainda afirma que se houvesse um órgão voltado para ajudar pessoas com situações assim, seria muito mais fácil. “Nem todo mundo tem a sorte que tive de achar o Ozzy. Toda e qualquer ajuda, em situações assim, são bem- vindas”, completa.
É o que pensa também a estudante de enfermagem Rayssa Barros, 20 anos, que faz questão de ajudar quem está em busca de um animalzinho perdido da forma que pode. “Sempre gostei muito de animais e, por isso, me envolvo com essas causas. É doloroso demais ver um dono desesperado por um animal perdido. Todos deveriam ajudar”, explica. “Eu apenas faço pelos outros, o que eu queria que fizessem por mim”, completa Rayssa, que sempre repassa informações nas redes e também empreende buscas “no mundo real” quando o “fujão” é de algum vizinho ou conhecido.
Apesar do esforço de Rayssa e de outros que se dispõem a ajudar, cuidados básicos como a vigília constante e a coleira de identificação, por exemplo, não podem passar desapercebidos. Na coleira devem estar bem claros o nome do animal e o telefone para contato do proprietário, mas a palavra de ondem é precaução, claro, e não perder o animal de vista, mesmo achando que ele não costuma de afastar muito de casa.
Como uma alternativa para ajudar tutores de animais desaparecidos, o Pernambuco.cão oferece o serviço de pets perdidos. Neste espaço, além da fotografia, informações importantes como características do animal, onde foi perdido e outros detalhes que possam ajudar na busca, devem ser colocadas. Lembrando que quanto mais informações, melhor. O cadastro pode ser feito através do link: http://www.pernambuco.com/pecao/pecao_cadastropetsperdidos/.
De
até
Esta matéria tem: (1) comentários
Autor: maria pessoa
Entendo que os cães deveriam ser registrados na prefeitura tendo um número especifico com o nome do responsável, ou chipe registrado pela prefeitura. | Denuncie |