Vamos dar adeus ao passado porque sabemos que vamos ficar

Laura Areias
Jornalista e escritora

Publicação: 27/10/2017 03:00

“O Congresso Nacional é o espaço central do poder. É preciso que se mobilizem com mudanças positivas e sociais”.

As mudanças são tratadas por vantagens pessoais. Não há um acordo em função do melhoramento do país e sim do que interessa a cada um. Há um egoísmo presente em cada político.

Para subir faz promessas irrealizáveis, somente cobertas com excessivas doações daqueles que são beneficiados. Um político tem o salário aparentemente normal, mas, ele sobe com acréscimos de trabalhos ilusórios que se tornam explorativos.

Formas de roubar o governo, que para mim representa ou deve representar o Brasil, infelizmente não o faz.

Acréscimos em roupa, a verba do paletó, como se ele, o deputado, senador, vereador, andasse nu ou com vestes indecorosas. Verbas para ir à terra, quando muitas vezes não vai e as dispõe para viagens de recreio com os familiares. Representações do país, fora dele, acompanhados da mulher, como se ela fosse solucionar algo ou colaborar nas decisões, que sabemos que elas apenas vão às lojas comprar seus vestidos da Dior, Kenzo, etc.

Como pode o país matar a fome a seu povo, quando seus representantes estão no exterior comendo caviar e tomando bebidas a preços exorbitantes?

É preciso que em 2018, comece a renovar-se. Não o digo completamente, que me parece quase impossível, mas dê um passo para que em 2022, outros cérebros mais coesos, mais atentos às necessidades do povo se lembrem que eles também são brasileiros.

A educação é a base, o homem que sabe ler, não juntar palavras ou frases, mas entender o seu verdadeiro sentido, dar-lhes forma diante de cada leitura, saber que a ela é um despertar de ideias, é criar novos caminhos, enfim é saber ser igual, ciente que o sol ilumina a todos e não aos políticos que estão acomodados em suas poltronas gritando por suas vantagens dando-nos a impressão a nós, leigos, que estamos assistindo a uma briga de galos, proibidas e vez, em quando, porque eles a substituem.

Buscam palavras dirigidas não verdadeiramente aos temas que estão debatendo, mas a nós que os ouvimos e aplaudimos como grandes defensores do povo. A maioria são teatrais, não precisando de irmos ver peças retratando os males humanos, porque eles estão na nossa frente na TV.

Podemos ser felizes? Podemos acreditar? Respondam vocês que eu já lhes digo: não.

Deus fez o mundo e o homem e este não compreende essa grande obra.

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