Revista Objetos de Hugh Hefner, fundador da Playboy, leiloados em Los Angeles De sua máquina de escrever até a primeira edição da Playboy, com Marilyn Monroe na capa, centenas de fãs pagaram caro para ter parte do mito nos dois dias de leilão

Por: AFP - Agence France-Presse

Publicado em: 02/12/2018 11:43 Atualizado em:

Hefner, que ajudou a tornar o nu parte do imaginário coletivo americano, morreu em setembro de 2017, aos 91 anos de idade. Foto: AP Photo/Reed Saxon
Hefner, que ajudou a tornar o nu parte do imaginário coletivo americano, morreu em setembro de 2017, aos 91 anos de idade. Foto: AP Photo/Reed Saxon

Os objetos mais íntimos e memoráveis %u200B%u200Bdo lendário fundador da revista Playboy, Hugh Hefner, foram leiloados em Los Angeles.

De sua máquina de escrever até a primeira edição da Playboy, com Marilyn Monroe na capa, centenas de fãs pagaram caro para ter parte do mito nos dois dias de leilão.

A máquina de escrever, usada por Hefner para escrever o primeiro número de sua revista em 1953, foi vendida por US$ 162.500. Sua cópia pessoal deste número por US$ 31.250, de acordo com a casa Julien's, que organizou o leilão.

Agora, alguns colecionadores vão poder ostentar o estilo de "Hef": um de seus roupões em seda vermelha foi vendido por US$ 41.600 e seu "Viagra Ring" - um anel de ouro de 14 quilates onde escondia a pílula azul - foi arrematado por US$ 22.400.

Jaquetas, uma limusine, uma jukebox, uma mesa de bilhar da mítica mansão da Playboy e até mesmo sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood: a lista de objetos era longa.

O ator americano Jim Belushi pagou US$ 3.125 por uma cópia do roteiro de um episódio do programa "Saturday Night Live", apresentado por Hefner em 1977.

Hefner, que ajudou a tornar o nu parte do imaginário coletivo americano, morreu em setembro de 2017, aos 91 anos de idade.

A revista Playboy, conhecida por suas capas com mulheres voluptuosas e seu coelho como marca, foi um marco. Mas o império de Hefner foi além com boates, programas de televisão e coleções de moda.

Os lucros gerados pelo leilão vão para a Fundação Hefner, que defende os direitos civis, particularmente os da liberdade de expressão, uma causa importante para o editor.



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