• Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google Plus Enviar por whatsapp Enviar por e-mail Mais
Governo Uma muçulmana, primeira mulher presidente de Cingapura Automaticamente qualificada com seu mandato de deputada, Yacob, de 63 anos, foi eleita presidente do Parlamento em 2013

Por: AFP - Agence France-Presse

Publicado em: 13/09/2017 11:01 Atualizado em:

Ela chegou de forma automática à presidência do país, depois que dois possíveis rivais foram eliminados. Foto: AFP
Ela chegou de forma automática à presidência do país, depois que dois possíveis rivais foram eliminados. Foto: AFP


Uma muçulmana, da minoria malaia, se tornou nesta quarta-feira a primeira mulher presidente de Cingapura, um fato marcado por críticas por ela chegar sem uma eleição ao cargo, geralmente honorário no arquipélago do sudeste asiático.

Halimah Yacob, que utiliza véu, foi presidente do Parlamento, onde também foi a primeira mulher a ocupar a função. Ela chegou de forma automática à presidência do país, depois que dois possíveis rivais foram eliminados por não cumprir os critérios estabelecidos, segundo as autoridades.

Um dos critérios prevê que os candidatos procedentes do setor privado têm que justificar três anos de trabalho dirigindo uma empresa com um capital de pelo menos 500 milhões de dólares de Cingapura (370 milhões de dólares), o que não aconteceu com os outros dois candidatos.

Automaticamente qualificada com seu mandato de deputada, Yacob, de 63 anos, foi eleita presidente do Parlamento em 2013. Em agosto renunciou ao cargo para dedicar-se à campanha presidencial.

O chefe de Governo é o primeiro-ministro Lee Hsien Loong, membro do Partido da Ação Popular (PAP), que está no poder desde 1959.

Esta é a primeira vez que a presidência é assumida por um integrante da comunidade malaia, após a reforma da Constituição em 2016 para garantir que os representantes das diferentes comunidades étnicas possam assumir o posto de chefe de Estado. A comunidade chinesa é a etnia majoritária no país.


Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.