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Adiada Síria: Evacuação de áreas dominadas pelo governo é adiada A retirada estava prevista para acontecer em quatro áreas do país um dia depois de uma explosão que matou mais de 120 pessoas

Por: AE

Publicado em: 16/04/2017 15:28 Atualizado em:

A evacuação de mais de 3.000 sírios que estava programada para acontecer neste domingo foi adiada, segundo membros da oposição ao governo. A retirada estava prevista para acontecer em quatro áreas do país um dia depois de uma explosão que matou mais de 120 pessoas, entre elas vários governistas.

As razões para o atraso não foram deixadas claras pelo governo. Segundo a agência estatal síria SANA, dois membros de uma delegação de mídia russa ficaram feridos no ataque realizado pelo Estado Islâmico em partes da cidade de Deir el-Zour, no leste do país. A cidade é controlada pelo governo.

A Rússia é um dos principais aliados do presidente sírio, Bashar Assad, e os jornalistas russos gozam de amplo acesso em partes governamentais do país.

O serviço de notícias russo Anna-News, que emprega os jornalistas, disse que um deles foi ferido no braço enquanto o outro sofreu lesões na perna e no estômago. O serviço de notícias disse que os dois foram retirados da Síria, acrescentando que sua condição era "satisfatória".

As Nações Unidas não estão supervisionando o acordo de transferência, que envolve os moradores das aldeias pró-governo de Foua e Kfarya e as cidades de Madaya e Zabadani. Todas estão sob cerco há anos, e são vítimas de um acordo que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), impede a chegada de ajuda humanitária.

Rami Abdurrahman, que chefia o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, e a TV Al-Manar do Hezbollah, disseram anteriormente que 3.000 pessoas serão evacuadas de Foua e Kfarya enquanto 200, a maioria deles combatentes, serão evacuados de Zabadani E Madaya.

Abdurrahman e o ativista da oposição, Hussam Mahmoud, que é de Madaya, disseram que a evacuação foi adiada. Abdurrahman disse que nenhuma permissão foi dada para a evacuação seguir, enquanto Mahmoud disse que a operação foi adiada por "razões logísticas". Fonte: Associated Press.

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