Paralisação Bancários paralisam agências no Recife nesta sexta-feira

Publicado em: 24/08/2018 08:31 Atualizado em: 24/08/2018 08:38

Ato público realizado nesta quinta (23) em frente à agência do Banco do Brasil, na Avenida Rio Branco. Foto: Divulgação
Ato público realizado nesta quinta (23) em frente à agência do Banco do Brasil, na Avenida Rio Branco. Foto: Divulgação

Enquanto a mesa de negociação entre o Comando Nacional e a Fenaban é reiniciada em São Paulo (SP) nesta sexta-feira (24), aqui em Pernambuco o Sindicato dos Bancários de Pernambuco continua pressionando os banqueiros com paralisação do expediente em 13 agências na cidade do Recife, das 10h às 12h. A agenda se encerra com um ato na unidade da Caixa, no bairro da Encruzilhada.

Após pressão da Contraf-CUT, sindicatos e do Comando Nacional, a Fenaban recuou da proposta de não pagar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de bancárias em licença-maternidade e nem de trabalhadores afastados. Entretanto, ainda não se chegou a um acordo sobre a cláusula econômica. A proposta de 0,5% de aumento real feita pelos bancos foi rejeitada pela categoria e o tema volta a ser discutido hoje durante a negociação.

PARALISAÇÕES SEXTA-FEIRA (24):

ENCRUZILHADA

Caixa 
Itaú 
Bradesco
Santander 
Banco do Brasil Av. Norte 
Itaú João de Barros
Banco do Brasil Av. Beberibe

RUA DA HORA

Caixa
Banco do Brasil
Bradesco

ROSA E SILVA

Caixa/ETC 
BB Ferreira Costa 
Itaú Rosa e Silva


Alguns pontos da proposta apresentada pelos bancos:

• Retirada do salário substituto (cláusula 5ª);
• Fim da PLR integral para bancárias em licença-maternidade e afastados por acidente ou doença (esses trabalhadores receberiam PLR proporcional ao período trabalhado);
• Alteração da cláusula do vale-transporte com perda para os trabalhadores (cláusula 21ª);
• Fim da cláusula que proíbe a divulgação de ranking individual (cláusula 37ª);
• Retirada da cláusula que previa adicional de insalubridade e periculosidade (cláusula 10ª);
• Flexibilizar o horário de almoço de 15 minutos para 30 minutos na jornada de seis horas (exceto para teleatendimento e telemarketing);
• Fim do vale-cultura (cláusula 69). Comando quer que permaneça para que o direito esteja garantido caso do governo retome o programa;
• Retirada da cláusula que garantia a homologação de rescisão contratual nos sindicatos.


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