Emprego Subutilização da força de trabalho atinge 27,6 milhões no Brasil Segundo o instituto, o resultado ficou estatisticamente estável em relação ao primeiro trimestre do ano

Por: Agência Brasil

Publicado em: 16/08/2018 10:52 Atualizado em:

Já as maiores taxas de desocupação no segundo trimestre do ano foram anotadas no Amapá, Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Bahia . Foto: Marcello Casal jr./ Agência Brasil
Já as maiores taxas de desocupação no segundo trimestre do ano foram anotadas no Amapá, Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Bahia . Foto: Marcello Casal jr./ Agência Brasil
A taxa de subutilização da força de trabalho no Brasil encerrou o segundo trimestre do ano em 24,6%, o equivalente a 27,6 milhões de pessoas que se encontram desocupadas e subocupadas por insuficiência de horas, além da força de trabalho potencial.

As informações constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (16), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Estabilidade

Segundo o instituto, o resultado ficou estatisticamente estável em relação ao primeiro trimestre do ano, quando o percentual foi de 24,7%, mas registrando alta em relação aos 23,8% da taxa de subutilização da força de trabalho do segundo trimestre do ano passado.

As maiores taxas de subutilização foram verificadas no Piauí (40,6%), Maranhão (39,7%) e Bahia (39,7%), enquanto as menores ocorreram em Santa Catarina (10,9%), Rio Grande do Sul (15,2%) e Rondônia (15,5%).

Já as maiores taxas de desocupação no segundo trimestre do ano foram anotadas no Amapá (21,3), Alagoas (17,3%), Pernambuco (16,9%), Sergipe (16,8%) e Bahia (16,5%).

As menores taxas ficaram em Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rio Grande do Sul (8,3%) e Mato Grosso (8,5%). No Brasil, a taxa de desocupação foi de 12,4%.


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